Patriotas de fachada Assistimos, estarrecidos, a mais um capítulo vergonhoso da política nacional. A oposição brasileira aplaude com entusiasmo uma interferência explícita do presidente dos Estados Unidos nos assuntos internos. É estarrecedor. Como pode um grupo que se diz defensor da soberania nacional bater palmas para um gesto que, em última análise, compromete nossa autonomia e ameaça diretamente nossa economia? A imposição de tarifas sobre produtos brasileiros não é uma negociação — é um ataque frontal à indústria nacional. Mas, para a oposição sem princípios, isso pouco importa. Se depender dela, o futuro será de dependência, recessão e vergonha. Arnaldo Luiz Corrêa – Santos Resposta Em resposta ao sr. Renato Caetano de Jesus, a deputada federal Rosana Valle (PL) votou “não” ao projeto que aumentava o número de deputados na Câmara Federal e “sim” a uma emenda que impedia o aumento de gastos públicos com esses novos parlamentares. Ou seja, quem votou contra essa emenda, na prática, permitiu os gastos extras com a criação de novos cargos. Esse posicionamento foi, inclusive, explicado de forma didática e muito clara no JT1, exibido pela TV Tribuna na última quinta-feira. Quanto à votação que tratava do aumento de cargos no Supremo Tribunal Federal (STF), destacamos que Rosana foi a única parlamentar da região a votar contra esse privilégio ao Supremo. Assessoria da deputada federal Rosana Valle INSS Já faz tempo que se descobriu o trambique das consignações fraudando os aposentados no INSS. Fala-se em ressarcir os idosos, mas os trapaceiros, propositalmente e por serem amigos do rei, continuam soltos e impunes. O Brasil não é um país sério. Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha (ES) Triste realidade Sabemos que a esquerda precisa modernizar sua postura, procurar novos caminhos para a sua comunicação com a população brasileira. Mas a direita está perdida sem Bolsonaro, dando tiros a todos os lados. Um grupo que, além de não possuir legado, não faz nada pelo povo e subverte a ordem ao pedir para um presidente americano punir o ministro do STF e ri quando Trump anuncia taxação de 50% de todos os produtos exportados pelo Brasil aos EUA. No meio de tudo isso, o eleitor brasileiro. Usado como massa de manobra, vive de forma medíocre e não entende nada do que ocorre nos quatro anos seguintes a cada eleição. O Brasil do futuro não passa de um quadro antigo empoeirado pregado na parede em 1930. Rafael Moia Filho – Bauru (SP) Transporte coletivo É simples resolver o problema da redução de ônibus que acaba castigando passageiros do transporte coletivo: essas pessoas deveriam entrar com um processo por danos morais (devido à humilhação) e materiais (pelas horas descontadas no trabalho), mas não contra a empresa transportadora, e sim contra o dono da empresa responsável ou o prefeito (também pessoa física), caso seja uma concessionária municipal. Acredito que em meia hora esse problema seria resolvido pelas autoridades. Pedro dos Santos Neto – Santos Segurança Com o projeto Guarda Cidadã, a GCM – sob o comando do secretário de Segurança de Santos, tenente-coronel Flávio Brito Junior – prepara nova estratégia para reforçar sua presença nos bairros santistas. Com viaturas posicionadas em locais estratégicos, equipes móveis realizando rondas, novas bases móveis e patrulhamento com uso de bicicletas, mais ágeis para locais de grande fluxo e interação com a sociedade, em uma medida que fortalece o diálogo e cria um ambiente de confiança recíproca, a população passa a ter voz e o merecido respeito. Informa o secretário que a fase inicial do projeto ocorrerá na Pompeia e no José Menino, podendo ser expandida a outros bairros. Desejo sucesso! Juan Manuel Villarnobo Filho – Santos