(Gustavo Moreno/STF) Contrariando O posicionamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, externado na última quarta-feira, surge para quebrar e contrariar a vaidade daqueles que acreditam poder atropelar a norma legal e os códigos processuais para fins políticos ou paixões pessoais. Reafirma, implicitamente, a frase do grande Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra”. Assim como a massa, desvairada, seguiu para o Planalto para atos de vandalismo, hoje há uma massa que cegamente apoia o ministro Alexandre de Moraes. Mas julgamento é algo para ser feito com imparcialidade, de forma técnica, sem paixões ou partidarismos, como asseverou o ministro Fux, de cujo voto o ex-ministro Marco Aurélio Melo afirmou que é afinado com o Direito. É isso que se espera de um ministro da Suprema Corte do País. Reinaldo Mota - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Faixa Azul Acho importante o debate sobre a Faixa Azul a motocicletas no trânsito, pois ela pode ser uma proteção, evitando acidentes. Durante e após a pandemia, alguns motociclistas passaram a ultrapassar pela direita, outros decidiram andar pela contramão e há aqueles que não param na maioria dos semáforos. Em São Vicente, na avenida da praia, temos uma faixa exclusiva para motos, mas a maioria faz questão de trafegar junto com os carros. Dessa forma, o número de acidentes com motos é grande, mesmo tendo uma área exclusiva. Isso sem falar dos escapamentos abertos, causando poluição sonora. Se implantarmos essa faixa, será que a maioria dos motoqueiros vai respeitá-la? Eduardo Ribeiro Filetti - Santos Privilégios A extrema direita cria os privilégios, leia-se os feitiços, até que eles viram contra os feiticeiros. Vale tudo pelo poder, até que a casa cai. Foi assim com o tal foro privilegiado e com a reeleição. Agora, querem acabar com os dois. Isso nos proporciona sessões de bom humor e gargalhadas. Assim, com hipocrisia, cinismo e demagogia, perpetua-se um lugar vergonhoso na história. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Trama sórdida Outra trama sórdida engendrada por parlamentares, com o centrão no comando, é a urgência na tramitação da proposta que dará aos congressistas a prerrogativa de demitir presidente e diretores do Banco Central por um suposto “interesse nacional”. Hoje, isso é permitido apenas ao presidente da República, em caso especial e com a devida justificativa. Traduza-se “interesse político” diante da coincidência do Banco Central ter negado a venda do Banco Master, à beira da bancarrota, repleto de operações temerárias e sem garantias criteriosas, ao BRB, cujo controle é do governo do Distrito Federal. Os interesses nebulosos foram atingidos e o conflito entre o público e o privado está à mesa das negociações. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Técnicos estrangeiros Desde o longínquo ano de 1912, o Santos já teve 21 treinadores estrangeiros no comando da equipe. O primeiro deles foi o irlandês Harold Cross (1912). O clube também foi comandado pelos uruguaios Juan Bertone (1916-1919), Ramón Platero (1919), Pedro Mazullo (1934), Ricardo Diez (1944), Luiz Comitante (1951) e Diego Aguirre (2023), os italianos Caetano di Domenica (1934-1935 e 1950) e Giuseppe Ottina (1951), o húngaro Franz Gaspar (1937), o austríaco Isaac Goldenberg (1939-1940), o peruano Dario Letona (1940), o paraguaio Diego Ayala (1944), e os portugueses Jesualdo Ferreira (2020) e Pedro Caixinha (2025). O atual comandante santista, Juan Pablo Vojvoda, é o sexto técnico argentino a ocupar esse cargo no Alvinegro. Seus precursores compatriotas foram Abel Picabéa (1946-1947), Ramos Delgado (1977-1978), Jorge Sampaoli (2019), Ariel Holan (2021) e Fabián Bustos (2022). Guilherme Gomez Guarche - Santos