Mais uma grande vitória na educação pública de São Paulo

Já no primeiro ano de mandato, criamos a Frente Parlamentar pela Implementação das Escolas Cívico-Militares no Estado de São Paulo

Por: Tenente Coimbra  -  09/03/21  -  10:00
Com a aprovação do PL, as escolas estaduais também terão oportunidade de adotar o modelo
Com a aprovação do PL, as escolas estaduais também terão oportunidade de adotar o modelo   Foto: Pixabay

Na semana passada, a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) aprovou o projeto de lei de minha autoria que institui a implementação das escolas cívico-militares na rede pública estadual de ensino. Esse é mais um grande passo para que possamos melhorar a educação pública do estado. 


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Quem acompanha minha trajetória sabe que essa é uma das principais bandeiras do nosso gabinete. Já no primeiro ano de mandato, criamos a Frente Parlamentar pela Implementação das Escolas Cívico-Militares no Estado de São Paulo e desde então nos dedicamos à implantação do modelo, porque conhecemos os benefícios e não temos dúvida de que é um dos caminhos para um ensino público com mais qualidade. 


Esse projeto vai facilitar a adesão das escolas estaduais ao programa e detalha como será o processo de conversão das unidades escolhidas. O objetivo é proporcionar à comunidade escolar melhorias no ensino, no ambiente e convivência entre professores e alunos em áreas de vulnerabilidade social e com baixa média no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). 


A nossa proposta é implantar a gestão compartilhada entre a Secretaria de Educação e militares da reserva. É preciso deixar claro que nesse modelo os professores permanecem totalmente encarregados pelas aulas e pelo ensino, enquanto os militares atuam nos setores administrativo e disciplinar.


Ressalto aqui que nenhuma escola é obrigada a realizar a conversão. Primeiro, é feita uma seleção das instituições que manifestaram interesse. Depois, são apresentadas todas as informações sobre o funcionamento do Pecim aos professores, responsáveis pelos alunos e toda a comunidade escolar. Eles decidirão, por meio de votação, se o modelo será implantado. Todo processo é democrático e feito de forma transparente. 


São Paulo, que havia ficado de fora do programa federal, realizou a adesão depois da intermediação do nosso gabinete. Com isso, conseguimos a inclusão da escola municipal Matheus Maylasky, em Sorocaba, que já está em processo de conversão. 


Na Baixada Santista, a implantação do modelo avança na escola Professor Jorge Bierrenbach Senra, em São Vicente. Outras unidades de Santos e Guarujá também pleiteiam a inclusão após nossa indicação.


Agora, com a aprovação desse projeto de lei, as escolas estaduais também terão a oportunidade de adotar o modelo. A história da educação paulista nunca mais será a mesma e fico feliz de fazer parte dessa mudança. O projeto ainda será enviado para a sanção do governador e esperamos que ele aprove o mais rápido possível. A educação pública deve ser tratada com prioridade.


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