Em 2025, o Porto de São Sebastião atingiu 96,31 pontos no Índice de Desempenho Ambiental da Antaq (Divulgação/Semil) O Porto de São Sebastião, no Litoral Norte, conquistou o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento que atesta a transparência e a eficiência na gestão das emissões de gases de efeito estufa (GEE). O certificado é concedido a organizações que elaboram e registram publicamente seus inventários de emissões, demonstrando compromisso com práticas ambientais responsáveis. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! O resultado é fruto do Inventário de Emissões de GEE 2024, que contabilizou as emissões atmosféricas associadas às operações do Porto. O levantamento não apontou a necessidade de compensação das emissões no período, reforçando a efetividade das ações adotadas. Atualmente, o Selo Prata exige a elaboração e publicação do inventário, enquanto o Selo Ouro inclui ainda a auditoria independente por empresa aprovada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). “O Porto de São Sebastião já se prepara para cumprir essa etapa em 2026, ampliando a credibilidade dos dados e aproximando-se do mais alto padrão de reconhecimento nacional e internacional”, informa a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), que comanda o local. Índice Em 2025, o Porto atingiu 96,31 pontos no Índice de Desempenho Ambiental (IDA) da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), superando os 92,77 pontos obtidos no ano anterior. “Somente em 2024, foram investidos cerca de R\$ 3,5 milhões em ações ambientais”, diz a Semil. “Trabalhamos para que cada tonelada movimentada aqui seja resultado de uma operação mais limpa, eficiente e transparente. Esse reconhecimento nos motiva a avançar para o Selo Ouro e a continuar investindo em ações que beneficiem não apenas o porto, mas também toda a comunidade e o meio ambiente”, afirma o presidente do Porto de São Sebastião, Ernesto Sampaio. Em 2024, São Sebastião movimentou 1,527 milhão de toneladas, alta de 48% em relação a 2023.