Recursos beneficiaram hidrovias da região amazônica e de outros eixos estratégicos do País, disse MPor (Vosmar Rosa/Mpor) O Governo Federal afirma ter investido aproximadamente R\$ 500 milhões em hidrovias ao longo de 2025, em ações voltadas à modernização da infraestrutura, à ampliação da navegabilidade e ao reforço da segurança do transporte fluvial em todas as regiões do País. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! Coordenadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), as iniciativas incluem obras, dragagens, sinalização náutica, recuperação de estruturas e operação de eclusas. Os recursos beneficiam hidrovias da região amazônica e de outros eixos estratégicos do País, com investimentos em novas obras e manutenção da infraestrutura nos rios Madeira, Amazonas, Soli-mões e Tocantins, além do Delta do Parnaíba, dos rios Grajaú, Pindaré, Mearim, no Maranhão, e dos rios Jacuí e Taquari, no Rio Grande do Sul. Entre as ações voltadas à logística, a Hidrovia do Rio Tocantins recebeu R\$ 11,6 milhões em melhorias no canal de navegação, com foco em facilitar o tráfego de embarcações e o escoamento da produção regional. Já no Rio Solimões, foram aplicados cerca de R\$ 11 milhões em ações de dragagem, com foco em garantir a navegabilidade básica, assegurando o deslocamento de pessoas e o atendimento às comunidades ribeirinhas, especialmente em períodos de estiagem. Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, “as ações permitem que a navegação ocorra de forma contínua, fortalecendo rotas estratégicas para o transporte de mercadorias e ampliando a segurança de quem utiliza as hidrovias”. No Sul do País, foram R\$ 3,2 milhões em ações de dragagem e sinalização náutica da Lagoa Mirim. Além disso, foram destinados R\$ 12,8 milhões para a recuperação da navegabilidade das hidrovias do Rio Grande do Sul, afetadas pelas enchentes de 2024. Outras iniciativas incluíram a operação de terminais hidroviários, que receberam R\$ 155 milhões, a operação de eclusas, com R\$ 46,6 milhões, e a recuperação de estruturas públicas, principalmente na Região Hidrográfica Amazônica, que concentrou mais de R\$ 174 milhões em investimentos.