Uma delegação de engenheiros ferroviários do governo chinês esteve em Ilhéus, na Bahia, na semana passada (Divulgação) Uma delegação de engenheiros ferroviários do governo chinês esteve em Ilhéus, na Bahia, na semana passada, para avaliar a situação atual das obras da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol), com visitas na Fiol 1 e no Porto Sul, também em construção, buscando estudar a viabilidade de um Corredor Bioceânico Brasil–Peru. A visita, conduzida pelo Governo Federal, teve como objetivo analisar a possibilidade de conectar o Porto Sul, no Oceano Atlântico, ao porto peruano de Chancay, no Oceano Pacífico, distante cerca de 80 quilômetros de Lima. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! “A ideia é implantar um corredor ferroviário estruturante para transporte de carga no Brasil – de Leste a Oeste, passando por Bahia, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre. Toda a carga produzida na área central do país seria escoada por essa infraestrutura ferroviária, até chegar ao Porto de Chancay”, afirmou o secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro. Estudo A China deve elaborar um novo estudo para a implantação do Corredor Bioceânico Brasil–Peru, que visa criar uma rota estratégica para o comércio internacional entre os dois oceanos, expandindo o comércio entre a China e a América do Sul. A Malha I da Fiol, com 537 quilômetros entre Caetité e Ilhéus, ambas na Bahia, é essencial para a logística de escoamento de cargas. A integração com o Porto Sul é uma das alternativas para o sucesso do corredor bioceânico. A concessionária Bahia Mineração S.A. (Bamin) é responsável pelas obras do trecho ferroviário e pela construção do Porto Sul.