Michel Temer se reúne com interventor de Roraima para discutir medidas

Serão discutidas medidas do plano programático de revisão de gastos no estado

Por: De Agência Brasil  -  19/12/18  -  10:48
Atualizado em 19/12/18 - 10:50
Documento previa endurecer as condições para um condenado obter o perdão da pena
Documento previa endurecer as condições para um condenado obter o perdão da pena   Foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil

Decretada no começo do mês, a intervenção federal em Roraima é tema de reunião nesta quarta-feira (19), no Palácio do Planalto, do presidente Michel Temer com o governador eleito e interventor no estado, Antonio Denarium (PSL), os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, o senador Romero Jucá (MDB-RR), e o secretário de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário da Casa Civil, Jefferson Coriteac.


A expectativa é de que Denarium apresente informações do plano programático de revisão de gastos em Roraima e as decisões já definidas por ele. Na terça-feira (18), por exemplo, o interventor pediu à Assembleia Legislativa do estado a suspensão dos projetos encaminhados pelo governo anterior.


A reunião no Planalto ocorre um dia depois de o presidente da República assinar medida provisória (MP) repassando mais de R$ 225 milhões para o estado de Roraima. A liberação dos recursos faz parte das providências tomadas no âmbito da intervenção federal no estado, anunciada em 7 de dezembro.


No total, o governo federal repassou R$ 225,710 milhões em parcela única. O dinheiro tem de ser aplicado em áreas críticas do estado. A intervenção federal foi a saída encontrada por Temer e pela governadora afastada Suely Campos (PP) para controlar a crise em Roraima.


Agentes penitenciários do estado deixaram de trabalhar, e policiais civis chegaram a paralisar suas atividades por causa de atrasos no salário. A Polícia Militar também teve as atividades afetadas. Mesmo sem poder fazer greve, eles tiveram o apoio das esposas, que bloquearam a entrada e a saída de batalhões como forma de protesto.


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