Ronaldo da Comissão foi assaltado em Cubatão junto com a mulher (Reprodução/ Redes sociais e Alexsander Ferraz/ AT) O vereador Ronaldo Araújo Queiroz, conhecido como Ronaldo da Comissão (PSD), e a sua esposa foram assaltados durante uma caminhada na Estrada do Metalúrgico, na terça-feira (3), em Cubatão, na Baixada Santista. O parlamentar informou que foi abordado por um homem armado que estava com um comparsa em uma moto. “Pensei que fosse execução”, diz. Ele acrescentou que o ocorrido provocou um trauma em sua esposa, que, desde então, não quer mais sair de casa. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O crime aconteceu durante a madrugada de terça-feira (3), por volta das 5h. À reportagem de A Tribuna, o vereador informou que realizava uma caminhada matinal com sua companheira quando foi abordado por uma dupla de moto. “Ele jogou a pistola na minha cara e na cara da minha esposa e falou: 'Você vai morrer'. Eu achei que seria uma execução, mas, depois, ele anunciou o assalto e pediu o meu celular. (...) Eu achei que ia morrer", conta. Ainda segundo Ronaldo, o casal estava apenas com as alianças e uma corrente, que foram roubadas pelos ladrões. Depois disso, os assaltantes pediram para que o vereador e a mulher deitassem virados para o chão, senão iriam matá-los. A dupla fugiu em uma moto, que o vereador disse estar com a placa parcialmente tapada. Trauma Ronaldo ainda destacou que essa foi a primeira vez que o casal foi vítima de um assalto. O boletim de ocorrência sobre o crime, segundo ele, não foi feito, pois sua esposa não estava em condições de sair de casa. “Ela ficou muito traumatizada”, afirma. Ainda de acordo com o parlamentar, o ocorrido afetou a companheira a ponto de não conseguir realizar as atividades do cotidiano, como ir à padaria ou levar os filhos à escola. O vereador ressaltou que ninguém se feriu. Golpes Após o ocorrido, que foi divulgado nas redes sociais, Ronaldo destacou que recebeu ligações solicitando um pagamento via Pix para devolução dos pertences e ameaças por números sem identificação. No entanto, ele acredita que se tratam de outras pessoas tentando aplicar golpes, e não necessariamente os ladrões. “Incrivelmente, eles falam que sabem onde a gente mora, que a gente é autoridade, que a gente tem dinheiro”, conclui.