Tiago Batista relatou que o policial assediou uma mulher e socou e também mexeu com sua esposa (Reprodução/TV Tribuna e Reprodução) O comerciante e turista Tiago Batista foi baleado na perna por um policial penal durante uma discussão em um quiosque de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele afirma que o oficial havia assediado mulheres e agredido sua esposa antes da confusão. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O caso ocorreu na Avenida Castelo Branco, no bairro Guilhermina, por volta das 23h de sábado (11). A Polícia Militar (PM) informou que foi acionada e encontrou o policial no local. O agente foi levado à delegacia, prestou depoimento e acabou liberado. Já a vítima foi socorrida por amigos e encaminhada ao hospital. Segundo apurado pela TV Tribuna, o casal mora em Francisco Morato, na Região Metropolitana de São Paulo. Batista relatou que o policial penal estava incomodando o grupo de amigos no quiosque durante a noite e que uma das mulheres contou ter sido assediada pelo agente. De acordo com o turista, a mulher assediada estava próxima à sua esposa, que se afastou e contou o ocorrido ao marido. Em seguida, o policial penal se aproximou dela e também a assediou. “Ele aproveitou que ela saiu, (e) encostou na minha esposa. Fui falar para ele dar espaço para as meninas dançarem e foi quando ele veio e deu um soco na minha esposa. Quando ele deu o soco, eu fui para cima dele”, relatou Batista à TV Tribuna. Após a agressão, o agente sacou a arma e disparou na perna do comerciante. Batista foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro Central. Ele recebeu alta médica na madrugada de domingo (12). O policial penal foi conduzido à delegacia, onde prestou depoimento e foi liberado em seguida. Corregedoria foi acionada Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso está sendo apurado. A pasta declarou que o policial penal foi encaminhado à delegacia, onde foi ouvido. “As vítimas foram orientadas quanto ao prazo de seis meses para oferecer representação criminal contra o autor, e a Corregedoria da Instituição foi acionada”, disse a SSP-SP.