Ruy Ferraz Fontes foi executado com mais de 60 tiros de fuzil na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, em Praia Grande, na segunda-feira (15) (Reprodução/ Polícia Civil e Matheus Croce/ TV Tribuna) A Polícia Civil descobriu uma segunda casa que teria sido usada pelo grupo criminoso responsável pela execução do ex-delegado-geral de Polícia e secretário de Administração de Praia Grande, Ruy Ferraz Fontes. O imóvel fica em Mongaguá, cidade vizinha de Praia Grande, onde o crime ocorreu. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Conforme apuração da TV Globo, durante as investigações, os policiais conseguiram identificar o imóvel no litoral de São Paulo. No local, eles coletaram diversas impressões digitais, que serão analisadas e comparadas às encontradas em outra casa identificada em Praia Grande. Casa em Praia Grande Nesta sexta-feira (19), agentes da Polícia Civil e da Corregedoria da Polícia Militar (PM) de São Paulo fizeram perícia em uma casa de onde teria saído um dos fuzis usados na execução de Ruy Ferraz Fontes. No local, os investigadores encontraram cerca de 41 vestígios genéticos. O imóvel está localizado na Rua Campos do Jordão, no bairro Jardim Imperador, em Praia Grande, próximo à divisa com Mongaguá, na Baixada Santista, e a aproximadamente oito quilômetros da Prefeitura de Praia Grande. A polícia chegou até a residência por meio do depoimento de Dahesly Oliveira Pires, presa na madrugada de quinta-feira (18). Segundo as investigações, ela teria saído de Diadema (SP) para buscar um dos fuzis na casa, a mando de Luiz Antônio, um dos três suspeitos que seguem foragidos. O imóvel possui fachada fechada, piscina e churrasqueira, e teria sido usado pelos criminosos durante alguns dias antes do atentado, segundo apuração da TV Tribuna. Sétimo suspeito O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretou a prisão do sétimo suspeito de participar da execução de Ruy Ferraz Fontes. Conforme apurado por A Tribuna, Willian Silva Marques, de 36 anos, seria o proprietário do imóvel usado como base para o crime. Ele é o quarto foragido da Justiça por envolvimento no caso. A Tribuna teve acesso ao mandado de prisão expedido neste sábado (20). O documento mostra que Willian, irmão de um policial militar, passou a ser procurado após ter sua prisão temporária decretada por 30 dias. Nesta sexta-feira (19), policiais civis realizaram buscas na casa de seu irmão. Porém, conforme apurado pela reportagem, o PM não teria ligação com o caso e apenas entregou o celular às autoridades.