Mulher é presa em São Vicente por falsificar mochilas da Disney, Marvel, LOL, Sonic e Mario Bros

A proprietária do local foi presa e liberada após a audiência de custódia

Por: Izabelly Fernandes  -  12/02/24  -  08:02
Quantidade de mercadorias falsificadas apreendidas encheu um caminhão meio
Quantidade de mercadorias falsificadas apreendidas encheu um caminhão meio   Foto: Reprodução/ Polícia Civil

Uma mulher, de 55 anos, foi presa após ser acusada de falsificar mochilas das marcas Disney, Marvel, LOL, Sonic e Mario Bros e furtar energia elétrica. Os crimes seriam praticados em um depósito localizado na rua Donald Kelman, no bairro Jardim Rio Branco, em São Vicente. A Tribuna teve acesso ao boletim de ocorrência neste domingo (30).


O caso aconteceu na tarde do dia 30 de janeiro. A partir de uma denúncia, policiais da Delegacia de Investigações Criminais (DIG) de Praia Grande foram até a fábrica junto com representantes das marcas citadas e também da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). No local, a mulher recepcionou a equipe dizendo havia assumido a administração da fábrica há cerca de um ano, após o falecimento do pai.


No local, foram localizados mais de 200 lotes de mochilas, lancheiras e estojos com personagens estampados das empresas Disney, Marvel, LOL, Sonyc, Mário Bros entre outros, sem a devida licença ou autorização de uso. A quantidade da mercadoria encheu cerca de um caminhão e meio. Além disso, um técnico da CPFL apurou que o local tinha um desvio de energia dentro de um poste padrão, antes de passar pelo aparelho que registra o consumo.


Todos os itens foram apreendidos e levados para o pátio da empresa representante, onde a mercadoria foi contabilizada, fotografada, sendo emitido um laudo preliminar. Além disso, foram colhidas amostras dos produtos falsificados, para realizar comparativo com os originais no Instituto de Criminalística com a perícia técnica.


Diante dos fatos, a polícia deu voz de prisão em flagrante contra a mulher, pelo crime de furto de energia elétrica qualificada. Já com relação ao crime de registro de marca, os representantes devem oferecer queixa-crime dentro do prazo estipulado pela Justiça. Sobre o crime de relação de consumo, conforme a Polícia, a nocividade dos produtos deverá ser apurada.


O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de São Vicente, como furto de derivação clandestina, crime contra registro de marca e contra consumo. A mulher foi encaminhada para a Cadeia Feminina da Cidade, mas após passar pela audiência de custódia, foi liberada.

A Reportagem entrou em contato com a CPFL, mas até o fechamento desta matéria não teve retorno.


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