Carro que perseguia Luan Felipe foi encontrado com batidas após a perseguição (Reprodução/ Redes sociais) Após sofrer uma perseguição, no bairro Canto do Forte, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, o motorista de aplicativo Luan Felipe trouxe novos detalhes sobre o episódio, ocorrido na madrugada de 22 de setembro. Ele afirma que a situação se tratava de uma tentativa de assalto e contou que, após o vídeo viralizar nas redes sociais, chegou a entrar em contato com o dono do carro envolvido, que havia feito boletim de ocorrência. (Veja vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O vídeo do episódio, postado no perfil de Luan no Instagram, viralizou e chegou a mais de 700 mil visualizações. Foi, então, que um seguidor entrou em contato informando que conhecia o proprietário do carro usado na perseguição. De acordo com Luan, o dono do veículo explicou que havia alugado o automóvel e que, ao tomar conhecimento do caso, bloqueou o automóvel por meio de rastreador, conseguindo recuperá-lo ainda no dia 22. -uber registra tentativa de assalto em praia grande (1.481093) Ele relatou que quem estava com o carro era o filho do locatário e que o veículo apresentava batidas na dianteira e na traseira. Ainda assim, o caso foi registrado pela polícia. “O dono do carro fez o boletim de ocorrência porque precisava se proteger caso o veículo tivesse sido usado em outros crimes”, explicou para A Tribuna. Relembre o caso Na madrugada de 22 de setembro, o motorista de aplicativo foi perseguido por outro carro logo após ele encerrar uma corrida na região do Canto do Forte. Enquanto aguardava novos passageiros, aceitou chamadas e reduziu a velocidade para responder uma mensagem. Nesse momento, um carro se aproximou e passou a agir de maneira suspeita. “Eu estava encostado para responder o passageiro quando o veículo voltou de frente para mim, com farol alto, parando praticamente encostado no meu. Quando percebi, comecei a dar ré, mas, a cada vez que eu recuava, o carro avançava para cima de mim. Foi quando pensei que seria roubado”, relatou. Luan disse que chegou a esconder o celular debaixo do banco, por medo de ser levado. Ele conseguiu escapar quando o outro motorista abriu uma brecha, mas pouco depois voltou a se deparar com o veículo, já na Avenida Presidente Kennedy. Após conseguir despistar o carro, o motorista de aplicativo ligou para a polícia, passou a placa do veículo e também comunicou a situação a uma viatura que encontrou enquanto seguia viagem para embarcar passageiros. Entretanto, apesar do medo e do abalo emocional, Luan não chegou a registrar boletim de ocorrência, por não ter sofrido prejuízo material. “Eu fiquei trêmulo, fiquei me sentindo realmente mal com o ocorrido. Como não aconteceu nada comigo, a não ser o susto, eu não fiz um boletim de ocorrência”.