Ação que resultou na ordem de interdição foi movida pelo Sindicato dos Policiais Civis da Região de Santos (Sindipolsan) em conjunto com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) (Vanessa Rodrigues/AT) O Palácio da Polícia, em Santos, continuará em funcionamento. A Justiça havia determinado a interdição do prédio por riscos estruturais e pelo atraso na entrega das reformas, mas a medida foi suspensa após recurso do Governo do Estado. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O argumento apresentado foi de que 95,22% das obras já estão concluídas e que os problemas apontados em laudos anteriores não comprometem a utilização do imóvel. A decisão garantiu que o prédio não fosse desocupado na última sexta-feira (15), prazo estipulado inicialmente pela 1ª Vara da Fazenda Pública. A ação que resultou na ordem de interdição foi movida pelo Sindicato dos Policiais Civis da Região de Santos (Sindipolsan) em conjunto com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Agora, com a suspensão, o MP-SP informou que continuará fiscalizando a situação. Entre as medidas previstas, estão o pedido de um relatório atualizado das intervenções e a apresentação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), certificado de segurança contra incêndio que o edifício ainda não possui. Em entrevista à TV Tribuna, o promotor Carlos Alberto Carmello destacou que o órgão manterá atenção especial sobre o caso para resguardar tanto servidores quanto a população atendida no local. Investimento De acordo com nota enviada pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), as intervenções seguem dentro do cronograma. O investimento estadual é de R\$ 15,5 milhões. A SSP informou ainda que a solicitação do AVCB será feita apenas após a conclusão das obras.