[[legacy_image_57337]] A moradora de Peruíbe Maria da Penha Silva, de 66 anos, que estava desaparecida desde o último dia 11 foi localizada na última quinta-feira (17) por policiais da Delegacia de Polícia do município. A idosa estava em Curitiba, a 332 km de casa, no Paraná. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Maria tinha sido vista pela última vez embarcando no carro de um motorista de aplicativo com destino à rodoviária de Peruíbe. Segundo familiares, ela iria ir para São Paulo. Porém, a idosa não chegou na capital paulista e preocupou a família. De acordo com a Polícia Civil, a marido de Maria registrou o desaparecimento no dia 12 de junho, quando informou que a mulher era portadora de doença psicológica e que tinha ido para a rodoviária. Desta forma, a equipe policial iniciou as buscas e após investigações de campo com a empresa de transporte, constaram que Maria estava em Curitiba. Desta forma, a equipe iniciou as pesquisas em sistemas policias e localizou o hotel em que a mulher poderia ser encontrada. Em contato com a gerente do local, os investigadores conseguiram confirmar que a idosa estava hospedada. A equipe entrou em contato com a Polícia Civil do Estado de Paraná e solicitou apoio do Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba, que foi até o hotel em questão e verificou que se tratava realmente de Maria da Penha. Os policiais, portanto, acionaram a família, que viajou até a capital do Paraná para buscar a idosa. Na época do desaparecimento, ATribuna.com.br conversou com o filho da idosa, Josias Paulo da Silva. Ele explicou que Maria possui esquizofrenia, mas não toma remédios, pois não aceita o diagnóstico. Em nova entrevista, Josias afirmou que foi buscar a mãe em Curitiba. De acordo com ele, Maria contou que foi para o sul, pois estava entediada e queria ficar longe de todos. “Devido aos problemas de depressão”, ressalta. Agora, Maria da Penha está junto com os familiares. Segundo Josias, reencontrar a mãe foi uma sensação única. “Muito feliz e aliviado”, finaliza.