Corpo do homem foi achado ao lado de um carro de Santos na Estrada de Jairé, em Iguape, no litoral de São Paulo (Reprodução) A família do jovem Maxsuel Rosa de Campos, de 25 anos, encontrado morto com marcas de tiros dentro de um carro em uma estrada de Iguape, no litoral de São Paulo, busca respostas sobre o paradeiro do autor do crime, dois meses após o assassinato. A família afirma que o suspeito está foragido. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Campos foi encontrado morto no km 1,5 da Estrada do Jairé, no bairro Morretes, por volta das 5h30 de 8 de agosto. Conforme apurado por A Tribuna, ele teria se envolvido em uma briga durante uma festa horas antes de ser encontrado sem vida. A Polícia Civil investiga o caso. Um parente, que preferiu não ser identificado, por questão de segurança, contou que Maxsuel foi assassinado após uma briga com o assassino, conhecido pelo apelido de Bixinho. “Ele estava voltando para a casa da namorada e foi seguido por Bixinho e mais quatro ou cinco pessoas. Encontraram ele, que seguia sozinho, e o assassinaram”. De acordo com o parente, a prisão do acusado foi decretada e ele está foragido. Ainda segundo o integrante da família da vítima, no dia do assassinato, o autor teria esbarrado em Maxsuel, o que gerou uma discussão. Em seguida, ele partiu para cima da vítima e a agrediu. Antes disso, segundo a namorada de Maxsuel, ele e o homem que o matou já tinham se desentendido no bar da mãe dela, mas a companheira não soube explicar o que motivou isso. Boletim de ocorrência A Tribuna teve acesso ao boletim de ocorrência. Consta no documento que policiais militares informaram ter sido acionados para atender a ocorrência no bairro Morretes, onde um corpo foi encontrado dentro de um veículo abandonado. Ao chegarem ao local, localizaram um Volkswagen Gol de cor cinza, com placas de Santos, vidros abertos e uma perfuração no vidro traseiro direito. Ao lado, estava o corpo de Maxsuel, apresentando ferimentos no rosto e perfurações que aparentavam ser de disparos de arma de fogo. Foram localizadas também duas cápsulas de calibre .380, uma no banco traseiro do carro e outra no chão, à frente do veículo. A ambulância foi acionada e a equipe confirmou o óbito no local. Diante do ocorrido, a Polícia Civil foi comunicada, e o local foi preservado até a chegada da equipe de perícia. Foram solicitados exames periciais ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como homicídio e localização/apreensão de veículo na Delegacia de Iguape. A Tribuna entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) para tentar obter mais informações sobre o caso, porém não obteve retorno até a publicação desta matéria.