Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária (Polícia Civil) Uma megaoperação da Polícia Civil foi deflagrada na manhã de segunda-feira (26) contra uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas em Cajati, no Vale do Ribeira. A ação foi coordenada pela Delegacia de Cajati, com apoio da Delegacia Seccional de Jacupiranga e das unidades policiais de Barra do Turvo e Iporanga. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a Polícia Civil, o grupo investigado possui estrutura organizada e hierarquizada, com divisão clara de funções entre os integrantes, sendo responsável pelo comércio ilegal de entorpecentes na região. Cerca de 25 policiais civis participaram da ofensiva, que também contou com o apoio da Polícia Militar no controle do perímetro, por meio do comando de área e da Força Tática. Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária. Os agentes apreenderam um veículo de luxo, uma Range Rover Evoque, além de uma motocicleta Honda CB Twister e uma CG Titan 160, de cor vermelha. As investigações seguem em andamento para esclarecer toda a estrutura da organização criminosa, bem como identificar e prender outros envolvidos no tráfico de drogas na região (Polícia Civil) Na residência apontada como sendo do líder da organização, identificado como o “gerente do tráfico”, os policiais localizaram aproximadamente R\$ 12 mil em dinheiro trocado, diversas embalagens novas para o acondicionamento de drogas, como pinos, potes e microtubos, uma balança de precisão, um aparelho celular, duas ampolas de cloridrato de lidocaína e cartões bancários. Em outro endereço alvo da operação, pertencente a um investigado, foi apreendida uma espingarda de pressão. Nas demais residências vistoriadas, os agentes recolheram outros três aparelhos celulares. Ainda conforme as investigações, além do tráfico de drogas, o grupo também é suspeito de praticar extorsão. De acordo com a Polícia Civil, a organização cobrava valores de familiares de pessoas presas por vender drogas para a quadrilha, como forma de compensar prejuízos causados por prisões em pontos de venda conhecidos como biqueiras, supostamente controlados pelo grupo. O inquérito segue em andamento para o completo esclarecimento da estrutura da organização criminosa e para a identificação de outros envolvidos. A investigação é conduzida pelo delegado Paulo Schiontek, da Delegacia de Cajati.