A Polícia informou que todos os objetos apreendidos na empresa da investigada foram lacrados e encaminhados à sede da Polícia Civil (Divulgação/ Polícia Civil) A Polícia Civil de São Paulo cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Praia Grande, no litoral de São Paulo, como parte da Operação Vincitore, deflagrada pela Polícia Civil do Estado do Ceará. A ação teve como alvo uma empresária, investigada em inquérito que tramita na Comarca de Juazeiro (CE) - o motivo não foi divulgado. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! A operação aconteceu na manhã desta quarta-feira (16). Coordenada pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da DEIC de Santos, ela se concentrou em dois endereços na cidade de Praia Grande: um apartamento residencial no bairro Guilhermina e a sede de uma empresa no Boqueirão. Buscas em apartamento no bairro Guilhermina De acordo com a corporação, o primeiro local visitado pelos policiais civis foi na Rua Doutor João Sampaio. Os agentes foram recebidos pela síndica do prédio, que acompanhou a investigação. No imóvel, encontravam-se os pais da empresária, além da irmã da investigada. Segundo o relato dos familiares aos policiais, a mulher não reside no apartamento, apenas visita o imóvel esporadicamente e não mantém pertences ou equipamentos eletrônicos lá. Os policiais verificaram o quarto usado por ela, mas nada de interesse foi encontrado. Na empresa e apreensões Na sequência, a equipe da polícia se dirigiu à sede da empresa, localizada na Rua Fumio Miyazi, também em Praia Grande. No local, outros policiais já acompanhavam a movimentação. Segundo a polícia, a irmã da empresária acompanhou as buscas no interior da empresa, onde foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, documentos e uma grande quantia. Entre os itens recolhidos estão: 4 notebooks da marca Samsung 1 computador Mac 1 DVD player 13 cadernos e agendas Diversos documentos 4 HDs externos 9 aparelhos de TV Box 2 pen drives R\$ 133.265,80 em espécie A Polícia ainda informou que todos os objetos foram lacrados e encaminhados à sede da Polícia Civil para registro e manutenção da cadeia de custódia, conforme determina o procedimento legal. Ainda segundo a corporação, a operação é resultado de mandado expedido pelo Juízo do 1º Núcleo de Custódia e Garantias de Juazeiro (CE). Até então, ninguém foi preso.