O homem acumula lixo em casa há mais de um ano (Reprodução) Um homem é alvo de denúncia por causar transtornos aos vizinhos há mais de um ano com acúmulo de lixo no apartamento onde mora, na Rua Kikusaburo Tanaka, em Praia Grande, no bairro Ocian, no litoral de São Paulo. Os resíduos dentro do apartamento têm causado mau cheiro, além de atrair ratos e baratas, que saem e afetam outros moradores do prédio. A situação foi percebida após pessoas verem que o homem levava sacos de lixo para o apartamento e não utilizava a lixeira externa. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O inquilino do apartamento vivia com um cachorro, mas após os moradores denunciarem o caso, o animal foi resgatado no dia 25 de novembro. Segundo a Prefeitura de Praia Grande, a Divisão de Controle de População Animal da Secretaria de Saúde Pública foi acionada para acompanhar a ocorrência com a Polícia Militar (PM) e uma oficial de justiça, por conta do cachorro. “O animal foi recolhido para a Saúde Ambiental, castrado e está sendo cuidado pela equipe, enquanto aguarda uma definição sobre o caso”, informou a Administração Municipal. Uma moradora, não identificada por motivos de segurança, contou mais detalhes sobre a situação. “Do lado do apartamento dele, tem uma moça que possui três filhas pequenas, sendo que uma delas está com 2 anos de idade. Não adianta dedetizar o prédio, porque não há barata do lado de fora do apartamento dele. Elas saem de lá e vão para os outros apartamentos”. Além dos transtornos causados por conta do acúmulo de lixo, o morador do apartamento é denunciado por incomodar vizinhos de madrugada. “Me sinto revoltada, as baratas e o mau cheiro vão para o meu apartamento. Quando reclamamos, ele coloca o som o mais alto possível e deixa a madrugada toda”, contou outra moradora. De acordo com uma moradora do prédio, funcionários da Prefeitura teriam afirmado que não podem retirar o lixo do apartamento, por se tratar de um local privado. E dessa forma, o condomínio teria que contratar o serviço de alguma empresa e arcar com os custos. Porém, este serviço custa em torno de R\$ 20 mil, valor inalcançável no momento. A Tribuna procurou a Polícia Militar (PM), mas não recebeu resposta até a publicação desta matéria. Proprietária do apartamento A Tribuna entrou em contato com a proprietária do apartamento, que afirmou não ter tido conhecimento anterior sobre a situação, mas que iria “averiguar”.