[[legacy_image_125803]] Com a expansão dos investimentos imobiliários para os bairros intermediários de Santos, do Marapé ao Estuário, que são menos verticalizados, os compradores passaram a encontrar uma maior diversidade de padrões e preços atraentes, indicam pesquisas de mercado. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo empresários do setor, as diferenças do custo do metro quadrado são grandes, na comparação com o mercado da orla. Os preços podem cair dos cerca de R\$ 9,5 mil o m2 próximo à praia, em média, para cerca de R\$ 7,5 mil o m2 nos bairros intermediários, entre a antiga linha férrea, hoje o VLT, e a região central. A diferença de preço é de 27%, sem considerar o segmento de usados. E há projetos para os diversos bolsos. Apartamentos de dois a três dormitórios em bairros como o Campo Grande já com reservas, assim como projetos populares, voltados à classe média baixa. Esses imóveis, segundo ele, podem chegar a ter parcela de R\$ 1.500, “quase um terço” do que se paga na mensalidade de um imóvel de luxo. É o caso de um empreendimento do diretor da Engeplus Construtora e Incorporadora, Roberto Barroso Filho. Seu próximo projeto, ainda em aprovação, prevê 200 unidades no Macuco. A obra será feita pela Engelife, da qual ele também é sócio. A empresa é voltada a imóveis com preços mais acessíveis, em diversas regiões da Baixada. Seus últimos projetos são no Parque São Vicente e no Jardim Casqueiro, em Cubatão. “Ele será negociado exclusivamente com a Caixa, mas há muita procura”, diz ele sobre os apartamentos, que poderão custar em torno de R\$ 400 mil.