[[legacy_image_822]] O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar, a partir do dia 26 de novembro, a segunda parcela do 13º para aposentados e pensionistas. O abono será depositado junto com a folha de pagamento do mês de novembro. Em São Paulo, cerca de 6,9 milhões de segurados devem ter direito ao 13º. A medida deve representar injeção de recursos de R\$ 5 bilhões. A estimativa foi feita com base na folha de pagamento da primeira parcela do 13º. O INSS não informou os dados regionais. Para quem ganha um salário-mínimo, o dinnheiro será depositado entre os dias 26 deste mês e 7 de dezembro. Aposentados que recebem acima do piso poderão ter acesso ao dinheiro entre os dias 3 e 7 do próximo mês. Detalhes A segunda parcela vem com o desconto de Imposto de Renda, assim o valor será menor do que o segurado recebeu entre agosto e setembro. Por isso, é importante fazer as contas para que a pessoa não gaste o que não tem. A dica dos especialistas é manter conter gastos. “Quitar as dívidas antes de qualquer coisa. Não dá para uma economia como a nossa rolar essas contas, porque os juros são muito altos e o cenário ainda está complicado”, diz o economista Márcio Colmenero. Não ganha Por lei, não tem direito ao 13º quem recebe amparo previdenciário do trabalhador rural, renda mensal vitalícia, amparo assistencial ao idoso e ao deficiente, auxílio-suplementar por acidente de trabalho, pensão mensal vitalícia, abono de permanência em serviço, vantagem do servidor aposentado pela autarquia empregadora e salário-família. Dicas > Se tiver dívidas, pague tudo o que puder, principalmente aquelas que têm juros maiores como o cartão de crédito rotativo e o cheque especial. > Parcele o que sobrar, renegocie o que for possível. Mas tente colocar a vida em dia. > Lembre-se de reservar uma quantia para as despesas de começo do ano (IPTU, IPVA). > Compras de Natal devem ser bem avaliadas. Coloque o pé no freio. Seja criativo com as lembrancinhas. Faça uma ceia sem ostentação. > Se fizer um financiamento, pesquise sempre as taxas de juros e demais acréscimos. E faça a escolha se a compra for extremamente necessária. > Guardar para emergências é mais que recomendável. > Eite ainda empréstimos de longo prazo que, além de representarem custos maiores, comprometem a renda por longo período.