[[legacy_image_53990]] Termina no dia 30 deste mês o prazo para sacar o abono PIS/Pasep no valor de até um salário mínimo (R\$1.100). Têm direito ao benefício aqueles que trabalharam por pelo menos 30 dias com carteira assinada em 2020, quem ganhou em média dois salários mínimos por mês e está inscrito há pelo menos cinco anos no PIS/Pasep. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Os profissionais que atuaram no setor privado podem fazer o saque pela Caixa, mas para quem esteve vinculado ao serviço público, a retirada deve ser pelo Banco do Brasil. Segundo o BB, no Estado, cerca de 50 mil participantes ainda não realizaram o saque, totalizando R\$ 37 milhões referentes ao exercício 2020-2021. O valor é pago proporcionalmente – quem trabalhou um mês terá direito a R\$ 91,67, mas o valor é arredondado para R\$ 92. E daí por diante, até quem trabalhou 12 meses, que terá direito a um salário mínimo. Cota PIS/Pasep Além do abono, também podem ser sacadas as cotas do PIS/Pasep. Os valores serão pagos àqueles que trabalharam em empresas e órgãos públicos entre 1971 até 1988. Caso o beneficiário tenha morrido, os herdeiros têm direito. Diferentemente do abono, as cotas podem ser retiradas até 31 de maio de 2025 na Caixa. O banco não informou quantos beneficiários no Estado têm direito ao benefício. No País, o volume a ser liberado é de R\$ 22,8 milhões. Para fazer a retirada da cota, a orientação é procurar uma agência da Caixa e levar um documento oficial com foto. Caso os beneficiários não saquem o dinheiro até maio de 2025, os valores passarão à propriedade da União. Entre 1971 e 4 de outubro de 1988, os depósitos eram feitos pelas empresas e órgãos públicos no fundo PIS/Pasep. Cada trabalhador tinha direito a uma cota desse fundo. Contratados por empresa privada têm uma cota no PIS, já servidores públicos têm cota no Pasep.