(Divulgação) O prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (MDB), viajou a Brasília na semana passada e, ontem, resumiu o apoio que obteve de deputados federais de fora da região para o custeio de ações em saúde. Ao citar a existência de “mais de 100 mil exames na fila” e a “dificuldade orçamentária” do Município, disse ter conseguido do deputado Fábio Teruel (MDB-SP) reserva de R\$ 5 milhões em verba federal, com possibilidade de que outros R\$ 5 milhões sejam obtidos até o fim do ano. Também recebeu garantia de mais R\$ 3 milhões por parte do deputado Jefferson Campos (PL-SP). Neste caso sem especificar cifras, Mourão acrescentou ter conversado com técnicos do Ministério da Saúde. Ouviu que, ainda neste mês, será recomposto o custeio mensal do piso salarial dos agentes comunitários de saúde, que vem sendo pago pelo Município. O que ainda não obteve foi o aumento no teto de verba a que a Cidade teria direito, cerca de R\$ 13 milhões, para atendimentos de média e alta complexidades. Segundo o prefeito, os técnicos alegaram que o Orçamento federal está contingenciado. Outro pedido foi o de que o Samu atenda chamadas mais rapidamente em Praia Grande e no Litoral Sul: a resposta pode levar meia hora. Conforme o prefeito, o Samu nacional chamará a coordenação regional do serviço e prefeituras locais em busca de avanço. Cumpre pena Na sessão de quinta-feira da Câmara de Santos, o vereador Marcos Caseiro (PT) afirmou que pedirá a “imediata exclusão” do chefe de uma unidade do Hospital Guilherme Álvaro (HGA). Ele obteve a informação de que esse médico cumpre pena por pedofilia. Está sob regime aberto — pode trabalhar, desde que cumpra restrições como a de permanecer em casa durante a noite. Monitoramento Caseiro, também médico no HGA, julga que tal condição deveria impedir o profissional de exercer a chefia do Núcleo Interno de Regulação. O setor cuida do monitoramento de pacientes, da internação à alta, para organização da oferta de vagas. Regime aberto Em 2009, esse médico foi condenado a dez anos de prisão, em regime fechado, por atos libidinosos — antiga classificação do Código Penal para o que hoje se classifica como estupro — cometidos com uma criança por seis anos, até 2003. Ele está em regime aberto desde 2019, e a pena terminará em outubro. Conforme regras Em nota à coluna, o hospital “esclarece que o servidor citado foi contratado mediante concurso, em 2007, e exerce suas atividades conforme as normativas vigentes. Fatos alheios à sua atuação na instituição estão sob responsabilidade das autoridades competentes”. Bicicletas A Câmara de Santos vota hoje, em primeira discussão, projeto de lei para que a ciclovia da Rua João Pessoa, entre o Paquetá e o Centro, seja denominada Roberto Mário Santini — diretor-presidente de A Tribuna, falecido em 2007. Assim propõe o presidente da Casa, Adilson Júnior (PP), a pedido da Associação Brasileira de Ciclistas. Osvaldo, líder Um mês após ter tomado posse, a prefeita de Mongaguá, Cristina Wiazowski (PP) nomeou o líder do Governo na Câmara: o vereador Osvaldo de Freitas Ferreira, o Dr. Osvaldo (PL, foto), anunciado na sessão de ontem. Poderia ter sido Em janeiro, Ferreira havia sido o candidato indicado à Presidência da Casa pelo então concorrente a prefeito Paulo Wiazowski Filho (PP), que não pôde tomar posse por decisão judicial. Depois, aderiu Se Ferreira fosse escolhido, teria exercido a Prefeitura de forma interina. Mas, por sete votos a seis, vereadores elegeram Luiz Berbiz de Oliveira, o Tubarão (União). Ainda na interinidade, Tubarão deu apoio a Cristina. Vice e suplentes A prefeita também escolheu o vice-líder governista, José Pedro Faccina (MDB), e dois suplentes: Eduardo Santana Roque da Silva, o Du Primos (PP), e Paula Jacó (Novo). Amanhã, às 9h O secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, estará em Santos. Abrirá a 3a Oficina de Regionalização da Saúde de Baixada e Registro.