Eleição em Peruíbe tem resultado mantido pela Justiça Eleitoral (Arquivo/A Tribuna) Em uma só sentença, o juiz da 295ª Zona Eleitoral de Peruíbe, Guilherme Pinho Ribeiro, julgou, nesta sexta (25), improcedentes as ações abertas pela coligação de Gilson Bargieri (MDB), candidato derrotado à Prefeitura, e do Podemos de Wanessa Matos, vice. Com isso, fica mantido o resultado da eleição. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O magistrado entendeu que a divulgação da mentira, no dia do pleito, pela qual Bargieri estaria inelegível não teria interferido na diferença de 81 votos entre o eleito, Felipe Bernardo (PSD), e o ex-prefeito, segundo colocado. O juiz também levou em conta a abstenção de eleitores — 26,31%, a menor desde 2014 — para escrever que a inverdade não teve “impacto significativo na participação do eleitorado (...). A ausência de provas robustas e inequívocas impede a aplicação das severas sanções previstas na legislação eleitoral, sob pena de se comprometer (...) a vontade soberana do eleitor”. Advogado da coligação, Ricardo Vita Porto disse que apelará ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) e acredita em nova eleição, “uma vez que a anterior foi contaminada por fake news”. Advogado do Podemos, Mário Bernardes também recorrerá. Ele insistiu em que as provas “deixaram clara a existência da fake news” e seu impacto eleitoral. Acrescentou que o texto “foi divulgado por agentes políticos da gestão do (então) prefeito Luiz Maurício”. Ainda a sentença Guilherme Ribeiro, porém, julgou que o documento falso — uma sentença fictícia — não teve autoria comprovada e não se pôde provar quem o espalhou. E, no dia da eleição, a Justiça Eleitoral emitiu, logo cedo, uma nota de esclarecimento desmentindo o teor da mensagem. Soberania Leandro Matsumota, advogado dos citados na ação, como o prefeito eleito e Luiz Maurício, disse que “a decisão reafirma a legitimidade da eleição municipal de 2024 e a soberana vontade do povo de Peruíbe”. Um a menos A Câmara de São Vicente está com 14 vereadores desde segunda-feira. Johny Sasaki (Pode) licenciou-se até dia 6. Viajou ao Japão para o festival Brazilian Day Japan, que será hoje e amanhã na cidade de Ota, na província de Gunma. Sasaki é anunciado como um dos mestres de cerimônias (MCs) da festa. Sem suplente A Casa ficará com um vereador a menos porque não se chamou suplente: a sessão de anteontem acabou mais cedo e, na prática, só haverá reunião na terça. A sessão semanal foi antecipada devido ao Dia do Trabalhador, que cairá na quinta. Questão salarial E uma resolução da Mesa Diretora vicentina revogou norma que aumentava o salário dos vereadores. Mas não ficaram sem reajuste. Mais. Porém, menos Ocorre que, em 2021, a Casa havia aprovado R\$ 15.193,35 como subsídio para a atual legislatura, entre 2025 e 2028. Mas, no ano passado, editou outra resolução, prevendo ainda mais: R\$ 18,8 mil. Mas, ao assumir, vereadores decidiram retomar a resolução anterior, e todos têm recebido os R\$ 15,1 mil. Até prédios tortos Obras para amenizar o efeito das mudanças climáticas em Santos, criar piscinões para água da chuva, recuperar a faixa de areia da praia e aprumar os prédios tortos da orla podem ter financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). BNDES climático A possibilidade foi discutida em São Paulo ontem, quando o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, recebeu o prefeito Rogério Santos (Republicanos) e o deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Fundo especial O banco público dispõe de um fundo para custeio de projetos, estudos e empreendimentos para amenizar o impacto das alterações do clima. A Prefeitura enviará estudos e dados de programas existentes ao BNDES. Sem energia Ainda antes da notícia pela qual uma mulher ligou um alisador de cabelos numa tomada da orla do Boquei-rão, o vereador Rui De Rosis Junior (PL) sugeriu que a Prefeitura retirasse os dispositivos da praça da FeirArte. Sem-teto carregam celulares e secam cabelos neles.