(Reprodução) Um dia após o Conselho Universitário da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ter aprovado a adoção de cotas para pessoas que se autodeclaram transexuais, travestis ou não binárias (que não se identificam com o gênero masculino ou feminino), um projeto de lei para proibir a reserva de vagas em concursos públicos do Estado foi protocolado, na quarta-feira, na Assembleia Legislativa. É de autoria do deputado estadual Matheus Coimbra Martins de Aguiar, o Tenente Coimbra (PL), e contém um parágrafo para estender o veto às universidades estaduais. “Não se trata de um ataque à comunidade LGBTQIA+, mas sim, de uma medida que busca garantir a igualdade de condições na disputa por vagas em concursos públicos e instituições públicas de ensino. (...) Não há justificativa para que elementos subjetivos, como identidade de gênero ou orientação sexual, sejam considerados nesse processo”, escreveu, na justificativa do projeto. O último dos dois artigos da proposta, contudo, explicita que a regra pretendida por ele “não impede a implementação de políticas de promoção da inclusão social, desde que essas políticas sejam (...) destinadas a todos os grupos vulneráveis, independentemente de identidade de gênero”. Na visão de Coimbra, não se deve “recorrer a cotas discriminatórias” em políticas públicas. Em detalhes O Conselho Universitário da Unicamp definiu que, em cursos com até 30 vagas, haverá uma vaga adicional ou regular para essa parte da população. Nos que tiverem mais de 30 lugares, serão pelo menos dois regulares ou adicionais. Relato de vida Na inscrição ao vestibular, haverá autodeclaração e a exigência de um “relato de vida”, que será submetido a verificação. Conforme a Unicamp, tal método de acesso já é adotado por outras 13 universidades federais ou estaduais do País. Ao secretariado Quatro dos 15 vereadores eleitos em São Vicente ocupam secretarias municipais. O mais recente é Jailton Jatobá, anunciado em redes sociais pelo prefeito Kayo Amado (ambos do Podemos) como novo titular de Desenvolvimento Social. Com isso, o ex-vereador José Eduardo Ottoni, o Doca (Pode), primeiro suplente da sigla, volta à Câmara. Quatro dos 15 Os outros três vereadores no primeiro escalão são Felipe Roma, o Rominha (PP, de Desenvolvimento Econômico), Higor Ferreira (União, de Habitação e Regularização Fundiária) e Thiago Alexandre (PSD, subprefeito da Área Continental). O antigo Kayo Um munícipe descontente com a situação salarial dos professores (leia mais nesta página) recordou uma postagem de quando o prefeito era vereador, em 2015 — quando houve cinco greves de servidores. O modo velho “Está na hora de abrir o jogo da política local. (...) Que vive numa lógica clientelista, (...) de trocas de favores, apoios e cargos entre atores políticos (...). Precisamos superar esse modo velho de fazer política.” Ao mestre Está mais perto o objetivo de dar ao futuro Aeroporto Civil Metropolitano, na Base Aérea, o nome de José Gonçalves dos Santos. Suboficial da Força Aérea, criou o curso técnico de Manutenção de Aeronaves da Base, em Vicente de Carvalho, em 1978. Morreu em 2017. Aeroporto É o que consta em um substitutivo da deputada federal Rosana Valle (PL) a um projeto, de 2023, do deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Ele pretendia batizar o aeroporto como Eduardo Sanovicz, ex-presidente da Embratur. Na nova versão, ele denominaria o terminal de passageiros. Ouvir e controlar Titular de Ouvidoria e Controle em Santos, Marcos Libório diz manter contatos com representantes de CPFL e Sabesp. O motivo são questões que incomodam munícipes e chegam à pasta. Cabos, canos No caso da CPFL, Libório diz que é da concessionária a responsabilidade também por cabos de outras empresas, como as de telefonia e internet. No da Sabesp, pede informações sobre a rede, antiga, de água e esgoto.