[[legacy_image_18226]] A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou uma parte da documentação do Instituto Butantan para que seja feita a análise do pedido de uso emergencial da CoronaVac. A vacina contra a Covid-19, doença causada pelo coronavírus, é desenvolvida em uma parceria com a Sinovac. A informação foi divulgada neste sábado (9). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Segundo a Anvisa, não foram aceitos “os resultados da análise interna de desfecho primário do estudo clínico de fase 3”. Segundo divulgado pelo Valor Econômico, estes dados comprovam a eficácia acima dos 50% da vacina, que de acordo com o que foi divulgado pelo Butantan na última semana, teria eficácia de 78%. O laboratório brasileiro foi informado sobre o pedido de maiores informações na manhã deste sábado e, somente após a apresentação dos dados faltantes, a Anvisa poderá se manifestar sobre a vacinação da população. A Anvisa ainda informou que os documentos técnicos são necessários para que seja viabilizada a avaliação, conclusão e deliberação sobre a autorização de uso emergencial das vacinas, ou seja, a confiabilidade da vacina depende destas informações. A Anvisa também se manifestou sobre os dados analisados, apresentados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), das vacinas da farmacêutica AstraZeneca e Universidade de Oxford. Segundo a agência, os dados são suficientes para o prosseguimento da análise. Após a apresentação dos dados, a Anvisa terá dez dias corridos para se manifestar. A Anvisa não informou se a ausência dos dados da Coronavac poderá prejudicar esse prazo. *Com informações do Valor Econômico