O Estado de São Paulo tem 227 postos de pedágio em operação, incluindo os novos pórticos de free flow (17) (Reprodução/Ecovias) Trafegar pelas rodovias concedidas à iniciativa privada em São Paulo fica mais caro a partir desta terça-feira, 1º de julho A Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), órgão do governo estadual, autorizou um reajuste médio de 5,31% nas tarifas de pedágio. Há exceções: algumas concessionárias, como a Eixo SP, já reajustaram os pedágios este ano. E na concessão da Entrevias, que abrange estradas do centro-oeste paulista, o aumento vigora a partir da zero hora do dia 6. Conforme a Artesp, o reajuste é para cobrir a inflação. Resulta da aplicação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre junho de 2024 e maio de 2025 prevista em contrato. A mudança deve impactar diretamente, além de motoristas, passageiros de ônibus intermunicipais, já que o aumento do pedágio tem impacto nas passagens de ônibus. O Estado de São Paulo tem 227 postos de pedágio em operação, incluindo os novos pórticos de free flow (pedágio sem cabine). Veja os principais reajustes no pedágio em São Paulo - Sistema Anchieta-Imigrantes: o pedágio de valor mais alto no Estado passará de R\$ 36,80 para R\$ 38,70, um acréscimo de 5,16%; - Bloqueio de Diadema, na Imigrantes: tem a maior alta no Estado, subindo de R\$ 2,80 para R\$ 3,10 (10,71%); - Sistema Anhanguera-Bandeirantes: motoristas vão pagar entre R\$ 0,50 e R\$ 0,80 a mais, dependendo do trecho. Em alguns casos, como no pedágio de Valinhos, na rodovia Anhanguera, o aumento chega a 6,25%; - Pórtico de Campinas, na SP-75: subida de R\$ 2,60 para R\$ 2,70, representando alta de 3,84%, um dos menores reajustes.