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Fisioterapeuta cai do 3º andar de hotel após crise de sonambulismo

A jovem Talyssa Oliveira Taques, de 27 anos, trabalha na linha de frente no combate à Covid-19. Família criou vaquinha on-line para transferência de hospital

Por: Por ATribuna.com.br  -  22/02/21  -  19:21
Profissional de saúde precisa ser removida do Rio de Janeiro para Cuiabá, onde mora
Profissional de saúde precisa ser removida do Rio de Janeiro para Cuiabá, onde mora   Foto: Reprodução/Facebook

A fisioterapeuta Talyssa Oliveira Taques, de 27 anos, está internada há mais de 15 dias em um hospital particular no Rio de Janeiro. Como trabalha na linha de frente no combate à Covid-19 , a jovem aproveitou a folga para viajar com a família ao Rio de Janeiro e, em uma crise de sonambulismo, caiu do 3º andar do hotel onde estavam hospedados. A família de Talyssa criou uma vaquinha on-line para arrecadar R$ 89 mil, para que ela possa ser transferida do Rio para Cuiabá.


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Talyssa trabalha no hospital Hospital São Mateus, também no antigo pronto-socorro de Cuiabá, e vinha de vários plantões seguidos. Na primeira noite no Rio, no entanto, ela teve a crise de sonambulismo. De acordo com a família, havia muito cansaço por conta do trabalho.


Angélica, mãe de Talyssa, relatou ao G1 que um neurologista do hospital explicou a ela que a filha andava muito exausta, e quando relaxou teve a crise de sonambulismo. Segundo ela, a família saiu para jantar e depois Talyssa saiu sozinha com uma colega de profissão, e ambas retornaram ao hotel por volta de 3h.


Talyssa caiu do terceiro andar do hotel no Rio de Janeiro
Talyssa caiu do terceiro andar do hotel no Rio de Janeiro   Foto: Google

Ao ouvir gritos de socorro, por volta de 4h30, um dos seguranças do hotel a encontrou caída, e, ainda segundo a mãe, Talyssa teria ficado desacordada por um tempo antes de ser socorrida.


Apesar de terem plano de saúde, o convênio não cobre todo o atendimento. “Os honorários médicos e parte da cirurgia não tiveram cobertura, e o plano trabalha por reembolso. Temos que pagar para que ela seja transferida para Cuiabá por UTI aérea. Não tem condições de ir de avião normal, porque ela não está andando. Ela sangrou muito na cirurgia, e está com algumas complicações no pulmão”, explicou Angélica ao G1.


*com informações do G1


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