Defesa é o ponto forte do Boca, adversário do Santos nas semifinais da Libertadores

Apostando no contra-ataque, time argentino investe na velocidade e técnica

Por: Bruno Lima  -  05/01/21  -  14:55
Atualizado em 05/01/21 - 15:17
Dentro de casa, defesa do Boca Juniors só levou um gol na Libertadores
Dentro de casa, defesa do Boca Juniors só levou um gol na Libertadores   Foto: Reprodução / Instagram Boca Juniors

Para avançar à final da Libertadores, o Santos terá que atuar com inteligência para superar o Boca Juniors e o seu sistema defensivo, que nesta edição da principal competição do continente foi vazada em apenas três ocasiões.


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Depois de um início de Libertadores à procura da linha defensiva mais equilibrada, o técnico Miguel Angel Russo se convenceu de que o goleiro Andrada, os zagueiros López e Izquierdoz, e os laterais Buffarini (ex-São Paulo) e Fabra, direito e esquerdo, respectivamente, seriam os responsáveis por lhe dar a segurança desejada. E ele não estava errado.


Na atual Libertadores, o Boca Juniors balançou as redes 13 vezes. Com a estabilidade da parte defensiva, o time argentino desfruta de um saldo de 10 gols.


Para o confronto desta quarta-feira (6), às 19h15, a missão do Santos é um pouco mais complicada. Dentro da Bombonera, palco do primeiro embate, a defesa do Boca Juniors só levou um gol nesta Libertadores. Foi no duelo contra o Internacional, no jogo de volta das oitavas de final. O gol, na ocasião, foi contra, marcado pelo lateral-esquerdo Fabra.


E por ter essa confiança em seu sistema defensivo, o Boca, assim como o Santos, costuma esperar os seus adversários buscarem o ataque para depois, na velocidade e técnica dos meias ofensivos Salvio e Villa, contragolpear.


Essa dupla, aliás, conta com a ajuda de dois atacantes experientes e conhecidos do futebol brasileiro: Carlos Tévez e Ábila, que passou pelo Cruzeiro.


Tévez, apesar dos seus 36 anos, é a referência técnica dos comandados de Russo.


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