[[legacy_image_60720]] Para avançar à final da Libertadores, o Santos terá que atuar com inteligência para superar o Boca Juniors e o seu sistema defensivo, que nesta edição da principal competição do continente foi vazada em apenas três ocasiões. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Depois de um início de Libertadores à procura da linha defensiva mais equilibrada, o técnico Miguel Angel Russo se convenceu de que o goleiro Andrada, os zagueiros López e Izquierdoz, e os laterais Buffarini (ex-São Paulo) e Fabra, direito e esquerdo, respectivamente, seriam os responsáveis por lhe dar a segurança desejada. E ele não estava errado. Na atual Libertadores, o Boca Juniors balançou as redes 13 vezes. Com a estabilidade da parte defensiva, o time argentino desfruta de um saldo de 10 gols. Para o confronto desta quarta-feira (6), às 19h15, a missão do Santos é um pouco mais complicada. Dentro da Bombonera, palco do primeiro embate, a defesa do Boca Juniors só levou um gol nesta Libertadores. Foi no duelo contra o Internacional, no jogo de volta das oitavas de final. O gol, na ocasião, foi contra, marcado pelo lateral-esquerdo Fabra. E por ter essa confiança em seu sistema defensivo, o Boca, assim como o Santos, costuma esperar os seus adversários buscarem o ataque para depois, na velocidade e técnica dos meias ofensivos Salvio e Villa, contragolpear. Essa dupla, aliás, conta com a ajuda de dois atacantes experientes e conhecidos do futebol brasileiro: Carlos Tévez e Ábila, que passou pelo Cruzeiro. Tévez, apesar dos seus 36 anos, é a referência técnica dos comandados de Russo.