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Cuca celebra manutenção de Pituca e Veríssimo até a final da Libertadores

Treinador também fala sobre a importância de os atletas buscarem a independência financeira

Por: Matheus Müller  -  18/01/21  -  09:46

O Santos acertou a venda de dois titulares, o volante Diego Pituca (Kashima Antlers, do Japão) e de Lucas Veríssimo (Benfica, de Portugal), após a final da Copa Libertadores, no dia 30 de janeiro, contra o Palmeiras. Apesar das baixas para a sequência da temporada, o treinador Cuca comemorou a possibilidade de poder contar com os atletas para a decisão mais importante da equipe na temporada 2020-2021.


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Segundo o comandante, o trabalho para convencer os jogadores a continuarem com o elenco, e se manterem engajados nos objetivos foi a transparência. Cuca disse que o clube chamou ambos e ressaltou a importância que a Libertadores tem para o Santos, assim como para os próprios atletas. Além disso, ressaltou que o tempo de permanência será curto – até 30/1.


“O clube precisa vender e temos que entender todos os contextos, explicar bem (a situação) para o jogador e jogar bem abertinho, como a gente sempre fez, e todo mundo sai bem”.


Com os atletas garantidos e empenhados - tanto é que têm participado do Brasileirão, como Pituca neste domingo (17), na vitória por 2 a 0 diante do Botafogo – Cuca espera que os esforços de ambos os lados deem resultado: o título da Copa Libertadores.


“Tomara que a gente possa ter êxito com eles até o final do campeonato, e tomara que eles sigam a carreira deles podendo ter uma independência financeira melhor”.


Pé de meia
Cuca é um ex-jogador de futebol e entende os anseios dos atletas, como fazer um pé de meia para o futuro. Por isso, encara bem as baixas e deseja sorte aos seus comandados. “A gente sabe que indo para fora (jogar no exterior) sempre vai ter uma chance maior de guardar aquele dinheiro”.


O treinador ressalta que os profissionais da bola precisam economizar e se planejar para o futuro. “Nós, jogadores e ex-atletas, não estudamos. Não é só por não ter tempo, é porque não há muita vontade também, essa que é a verdade. Então, eles vão ganhar um dinheiro ‘x’ e quando acabar a bola (encerrarem a carreira), vão ter um fardo nas costas do mesmo tamanho de hoje. Eles têm que se preparar para esse futuro”.


E alerta: “Se ele não tiver um projeto de vida, no final (o dinheiro) acaba. A pior coisa que tem, pra gente, é ver ex-atletas e até ídolos passando necessidade”.


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