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Quinta-feira

6 de Agosto de 2020

Portuguesa Santista encara o clássico da colônia contra a Lusa, na série A2 do Paulista

Em quinto lugar, com 7 pontos em quatro jogos, a equipe vem se firmando na competição, após a instabilidade demonstrada nas rodadas iniciais, quando perdeu para o Sertãozinho e empatou com o Atibaia

Com o ânimo renovado após duas vitórias consecutivas na Série A2 do Campeonato Paulista, a Portuguesa Santista sobe a serra, nesta quarta-feira (5), para o duelo contra a coirmã Portuguesa de Desportos, às 20h30, no estádio do Canindé, em São Paulo, pela quinta rodada da primeira fase.

Em quinto lugar, com 7 pontos em quatro jogos, a equipe vem se firmando na competição, após a instabilidade demonstrada nas rodadas iniciais, quando perdeu para o Sertãozinho e empatou com o Atibaia. 

“O grupo é bom, está se conhecendo melhor. É continuar trabalhando pra ter o resultado e o respaldo que vem de fora. Estamos colhendo as consequências do que cada um está fazendo”, avaliou o técnico Sérgio Guedes. 

A intenção do treinador é manter o time que bateu o Rio Claro no último domingo por 2 a 1, no estádio Ulrico Mursa, mas dois jogadores dependem de liberação médica: o zagueiro Diego Borges e o volante Rayllan. Se o defensor for vetado, as opções são João Gabriel e Gualberto. No meio-campo, Emerson Guioto e João Cleriston podem substituir Rayllan.

Apesar de a Lusa estar apenas na 11ª colocação, com 4 pontos em quatro partidas, Guedes sabe que o time não terá vida fácil. 

“É um bom time, que está correndo atrás. Ganhou a primeira, perdeu duas e empatou a última. É uma cobrança traduzida em muito empenho, que vai dificultar para a gente”. 

Confiança

Analisando o início da Série A2, Sérgio Guedes voltou a bater na tecla do equilíbrio da competição. Para o técnico, mesmo equipes que estão na rabeira da tabela, como o lanterna Votuporanguense, com 1 ponto, e XV de Piracicaba e Red Bull Brasil, com 2, não podem ser descartadas. 

“Ainda não tem ninguém que vai ser o coelho da parada e ninguém que seja um fiasco. O primeiro pode não se classificar e o último pode se classificar. Vejo este cenário”. 

Diante do panorama, ele espera que a Briosa confirme a sua ascendência na competição. “É um time que vai render mais, que individualmente pode mais. Sou otimista sobre o nosso futuro, a gente briga pela vaga (entre os oito) e depois para ficar entre os quatro (para ter vantagem nas quartas de final)”.

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