Emir condena críticas que Catar sofreu por sediar Copa: 'Campanha sem precedente'

O País enfrentou críticas por seu tratamento aos trabalhadores imigrantes nas obras de construção dos estádios

Por: Estadão Conteúdo  -  25/10/22  -  12:00
 Estádio Al Janoub é um dos oito estádios que receberão jogos da Copa do Mundo de 2022, no Catar
Estádio Al Janoub é um dos oito estádios que receberão jogos da Copa do Mundo de 2022, no Catar   Foto: Divulgação

O emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, atacou as críticas que seu país sofreu por sediar a Copa do Mundo deste ano. Na sua avaliação, o Catar foi alvo de uma campanha "sem precedentes", por ser a primeira nação árabe a sediar o torneio da Fifa.


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Desde que conquistou o direito de receber o grande evento, há 12 anos, o Catar enfrentou críticas por seu tratamento aos trabalhadores imigrantes nas obras de construção dos estádios e da infraestrutura do país e também à comunidade LGBT+, entre outras questões.


Os supostos abusos que afetam trabalhadores mal pagos que movimentam a economia do Catar e que construíram seus reluzentes estádios para a Copa do Mundo têm sido um ponto de partida para protestos em todo o mundo, especialmente na Europa. O governo tem repetidamente insistido que o país melhorou as proteções aos trabalhadores, alegando que as críticas estão desatualizadas.


"A campanha tende a continuar e se expandir para incluir invenções e usar de dois pesos e duas medidas que foram tão agressivas que, infelizmente, levaram muitas pessoas a questionar as verdadeiras razões e motivos", disse a autoridade, em discurso televisionado diante do corpo legislativo do emirado, nesta terça-feira.


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