Hulk Hogan se tornou um dos principais nomes da WWE (World Wrestling Entertainment) e símbolo da chamada "Era de Ouro" (Divulgação) O ex-lutador norte-americano Terry Gene Bollea, mundialmente conhecido como Hulk Hogan, morreu nesta quinta-feira (24), aos 71 anos, vítima de uma parada cardíaca em sua casa, em Clearwater, na Flórida, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo site norte-americano TMZ e reproduzida por veículos como People, The Sun, Los40 e outros portais internacionais. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a publicação, equipes de emergência foram chamadas pela manhã após Hogan sofrer a parada cardíaca em sua residência. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. A esposa do ex-lutador, Sky Daily, havia desmentido recentemente rumores de que ele estaria em coma, afirmando que seu estado de saúde era estável. No entanto, nos últimos anos, Hogan vinha enfrentando complicações de saúde decorrentes de diversas cirurgias — especialmente na coluna, pescoço e quadris. De ícone do wrestling à estrela pop Hulk Hogan se tornou um dos principais nomes da WWE (World Wrestling Entertainment) e símbolo da chamada "Era de Ouro" do wrestling nos anos 80 e 90. Com seu bordão "Hulkamania", o visual marcante de lenço na cabeça, bigode loiro e corpo musculoso, Hogan transcendeu os ringues e virou ídolo também no cinema, na TV e na cultura pop mundial. Ele estrelou filmes como Comando Thunder, Suburban Commando e Rocky III, em que enfrentou o personagem de Sylvester Stallone. Também participou de realities como Hogan Knows Best, exibido entre 2005 e 2007. Foi doze vezes campeão mundial, duas vezes vencedor do Royal Rumble, e entrou para o Hall da Fama da WWE em 2005 — sendo reinserido em 2020 após um período afastado por conta de declarações polêmicas. Saúde fragilizada e vida polêmica Nos últimos anos, Hogan passou por mais de 25 cirurgias, principalmente na coluna e nas articulações. Apesar das tentativas de reabilitação, relatava dificuldades para andar sem apoio. Em entrevistas recentes, falava abertamente sobre o uso de opioides para aliviar as dores — tema sensível nos EUA. Além dos problemas de saúde, o lutador enfrentou polêmicas fora dos ringues. Em 2015, foi desligado da WWE por declarações consideradas racistas. Após pedir desculpas públicas, voltou a ser aceito pela organização. Repercussão mundial A morte do ex-lutador causou forte comoção entre fãs, celebridades e atletas. Diversos ex-colegas de ringue prestaram homenagens nas redes sociais. A WWE deve emitir comunicado oficial nas próximas horas.