Professor encara artrose para manter 'tradição' como fiscal nas eleições em PG: 'Gratificante'

Mesmo com dificuldade para caminhar, Edson Marcos Silva não deixou de atuar na função, a qual desempenha há mais de 30 anos

De muleta e com proteção no joelho, o professor Edson Marcos Silva, de 57 anos, acordou às 5h de domingo para trabalhar como fiscal no segundo turno das eleições, em Praia Grande. Nem mesmo as dificuldades geradas por conta de uma artrose o impediram de auxiliar eleitores, atividade a qual desempenha há mais de 30 anos.

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Silva conta que começou a trabalhar como fiscal desde os 18 anos, quando tirou o título de eleitor. Primeiro em Araraquara, no interior de São Paulo, e depois em Praia Grande, cidade que mora há 30 anos.

"Faz parte da nossa colaboração. É uma forma de você evoluir com a sociedade, o civismo é muito importante. É gratificante", destaca o fiscal.

Silva é professor de matemática e física no mesmo colégio em que trabalha como fiscal, a Escola Estadual Reverendo Augusto Paes D'Avila, no bairro Aviação.

A descoberta da artrose aconteceu há um ano e meio. De lá pra cá, o professor passou a utilizar apoio e proteção quando sai de casa.

"A etapa mais grave foi janeiro e fevereiro. Sinto dor se eu caminhar muito, subir escada", destaca Silva. Para o professor, tudo isso não atrapalha a vontade de querer ajudar os eleitores.

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