Volta às aulas presenciais na Baixada Santista pode ser de forma conjunta

Segundo Secretaria de Educação de Santos, municípios conversam para alinhar medida

A Secretaria de Educação de Santos (Seduc) afirma, em nota enviada para A Tribuna, que os municípios da região conversam para um possível retorno presencial conjunto. “Semanalmente, é realizada reunião da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Baixada e todos os temas referentes à Educação são amplamente discutidos”.

Ainda assim, cada pasta deverá ter autonomia para organizar seu próprio calendário, respeitando a especificidade de cada município. Por isso, a Seduc de Santos destaca que estudos já estão em fase de realização para um possível retorno das atividades em sala de aula, mesmo que de maneira escalonada, levando em consideração os horários de entrada e saída dos estudantes, número de alunos, professores e funcionários e o esquema de alimentação.

Mais estudos 

Outras cidades também estão formando equipes para discutir esse retorno. São Vicente, por exemplo, elabora um plano de retomada com a participação da comunidade escolar, enquanto aguarda as orientações dos ministérios da Saúde e da Educação, assim como do Governo do Estado. 

Cubatão afirma que a maior articulação, no momento, se dá nas questões estruturais das escolas, fazendo manutenção e adequações para que, no retorno, esses pontos não sejam um entrave. Por outro lado, a Prefeitura diz ter iniciado um diagnóstico sobre quantos e quais profissionais terão condições de retornar às atividades, articulando possíveis substituições. 

Já em Peruíbe, as secretarias de Educação e Saúde estão elaborando um protocolo que contemplará práticas de higiene e prevenção. Além disso, a Administração Municipal está preparando uma formação que envolverá os docentes nas práticas pós-pandemia. 

Ainda no Litoral Sul, mas em Itanhaém, uma das preocupações é definir e aplicar avaliações pautadas nas habilidades desenvolvidas no período de ensino remoto para a reorganização dos objetivos de aprendizagem deste ano letivo. 

Mongaguá afirma que, no município, as principais lacunas a serem definidas serão, principalmente, da Educação Infantil e o ciclo de alfabetização. Para isso, a Cidade está empenhada em elaborar estratégias para reaver a rotina que ficou comprometida nesse período. 

Por sua vez, a Prefeitura de Praia Grande informou que técnicos da Educação realizam estudos referentes à retomada das aulas presenciais, mas que as definições dependem do pronunciamento do Governo do Estado sobre o tema. Bertioga não respondeu.

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