Porto está fechado desde as 2 horas. Travessia entre São Sebastião e Ilhabela permanece suspensa desde a madrugada desta terça-feira (Arquivo AT /Reprodução Semil) As fortes rajadas de vento que atingem o litoral de São Paulo desde a madrugada desta terça-feira (29) causaram paralisações nas travessias de balsas e afetaram diretamente a operação do Porto de Santos, que está impraticável desde às 2h. A instabilidade climática também provocou estragos na última segunda-feira (28) em cidades da Baixada Santista, com quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos em diversos pontos. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), as operações das travessias marítimas foram interrompidas por conta da intensidade dos ventos, que ultrapassaram os limites de segurança estabelecidos. No Litoral Norte, a travessia entre São Sebastião e Ilhabela permanece suspensa desde a madrugada desta terça-feira, quando os ventos atingiram 32,8 nós, acima do limite operacional de 25 nós. Na segunda-feira, a operação já havia sido interrompida das 4h12 às 6h14, com rajadas chegando a 29,8 nós. Já a travessia entre Guarujá e Bertioga registrou a paralisação mais longa na segunda-feira (28), com suspensão entre 5h50 e 21h07. Na madrugada desta terça (29), a operação foi novamente interrompida entre 4h08 e 6h35. No momento, o serviço está em funcionamento, mas com tempo estimado de embarque de 40 minutos em ambos os sentidos. A Semil informou que monitora em tempo real as condições climáticas e operacionais e orienta que os usuários consultem os canais oficiais da travessia para atualizações. Porto de Santos opera sob impraticabilidade Desde as 2h da manhã, o Porto de Santos está operando sob condição de impraticabilidade, ou seja, os navios estão impedidos de manobrar por motivos de segurança. A situação foi causada pelas fortes rajadas de vento que atingiram a região. Segundo a Defesa Civil de Santos, a velocidade máxima registrada durante a madrugada chegou a 81,69 km/h, às 4h30. A intensidade dos ventos, somada à maré elevada, contribui para os riscos de alagamento em áreas costeiras e impactos nas operações portuárias.