[[legacy_image_66461]] Uma criança de dois anos faleceu durante uma transferência de hospital, de Sete Barras para Registro, no Vale do Ribeira. Isadora Lorena Ribeiro Mota percorreu 21 km de ambulância com a mãe, Ana Lucia Ribeiro, que afirma que o estado de saúde da filha piorou com a falha de um equipamento de oxigênio, até vir a óbito em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Moradores de Sete Barras, Ana Lucia conta que Isadora passou mal durante a madrugada da última sexta-feira (5). Por isso, a família decidiu levá-la até a UBS da cidade por volta das 5h da manhã. Na unidade, a menina foi colocada no oxigênio. Também foram realizados exames de sangue e raio-x. Porém, por conta do estado de saúde da menina, o médico optou por transferi-la para o Hospital Regional de Registro (HRR). Durante o trajeto, a mãe verificou que a boca da filha estava roxa e perguntou para a enfermeira se o equipamento de oxigênio estava funcionando. "Ela [enfermeira] saiu do meu lado e foi ver, aí o oxigênio estava desligado. Ela tentou mexer, não conseguiu ligar o oxigênio, então abriu a janelinha da ambulância e perguntou para o motorista se dava pra ele parar porque ela não estava conseguindo ligar o oxigênio. Ele falou que não dava, acelerou a velocidade e foi mais rápido ainda para chegar no hospital", conta Ana. Ainda segundo a progenitora, ao chegar no hospital, a menina começou a entortar os braços, pernas e ficou gelada. Durante o atendimento, a equipe tentou reanimá-la, mas não conseguiu. "Tentaram reanimar ela por 20 minutos. O médico chegou e falou assim: Mãe, a sua anjinha não está mais aqui com nós. A gente tentou reanimar ela por 20 minutos, mas ela não voltou mais". [[legacy_image_66463]] Resposta Em nota, o Hospital Regional de Registro (HRR) esclarece que a criança chegou em óbito e não respondeu às tentativas de reanimação prontamente realizadas pela equipe pediátrica da unidade. É responsabilidade do serviço de origem estabilizar qualquer paciente antes de uma transferência e transportá-lo em condições adequadas. Sugerimos a reportagem que procure o município. O HRR se solidariza com a família e permanece à disposição para esclarecimentos. A reportagem de ATribuna.com.br também procurou o município, que não deu um retorno até a publicação desta reportagem.