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Sem fogos: Santos estuda adotar novas medidas para o Réveillon em meio à pandemia
Administração fará reuniões nas próximas semanas após decidir suspender a tradicional queima de fogos durante a virada de ano
Por: Cássio Lyra  -  22/11/20  -  11:00
Show pirotécnico é sempre bastante aguardado pelas pessoas que passam a virada de ano na praia   Foto: Alexsander Ferraz/AT

Após o cancelamento da tradicional queima de fogos do Réveillon, em Santos, anunciado na última terça-feira (17), a prefeitura segue com estudos para adotar possíveis novas medidas durante a virada de ano.


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Como forma de evitar aglomerações, a prefeitura suspendeu a tradicional queima de fogos, citando seguir orientações de autoridades sanitárias, com foco na proteção à saúde e segurança da população.


Após a suspensão do show de pirotecnia, a Prefeitura de Santos fará, nas próximas semanas, uma série de estudos para adotar possíveis medidas para o período das festas de final de ano, além do Réveillon.


A administração irá se reunir com as secretarias e órgãos responsáveis. Especificamente para a virada de ano, serão discutidos a disposição da área da faixa de areia, além da avenida da praia, que ficam livres para a circulação de moradores e turistas durante a primeira madrugada do novo ano.


Na virada de 2019 para 2020, Santos contou com 16 minutos de queima de fogos, realizados por toda a extensão da orla, Caruara, Ilha Diana, Monte Cabrão e morros Vila Progresso e Ilhéu Alto.


Também no mês de outubro, as cidades de Guarujá, Praia Grande e Peruíbe optaram pela não realização da queima de fogos em celebração ao Réveillon. Os municípios adotaram as orientações de segurança, além de evitar a aglomeração de moradores e turistas.


'Inviável'


Paulo Alexandre disse que já era esperada a manutenção da região na fase amarela   Foto: Alexsander Ferraz/AT

Durante uma transmissão ao vivo, em outubro, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) já sinalizou a possibilidade da não realização da tradicional queima de fogos, ainda em razão da pandemia da Covid-19.


“Estamos aguardando, ainda, as definições e a evolução da doença. É evidente que hoje, numa tomada de decisão, é inviável fazer qualquer tipo de Réveillon. Qualquer tipo de aglomeração, de festa, seria um contrassenso em relação a tudo o que estamos fazendo e defendendo. Então, a tendência natural é que a gente não tenha Réveillon como tivemos nos últimos anos”, comentou à época.