[[legacy_image_67103]] Na policlínica do Marapé, em Santos, as doses acabaram em uma hora e meia. Nesse momento, os funcionários da unidade aguardam um possível remanejamento vacina para dar andamento ao atendimento ao público. Edison Monteiro de Almeida, 85 anos, recebeu a última dose ás 9h20. Ele chegou a ser dispensado pelas atendentes, que acabaram conseguindo mais uma dose para ele. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Almeida nem acreditou. "Cuido da minha esposa que tem esclerose múltipla e estava preocupado porque sou eu que saí para mercado, farmácia, para fazer as compras. Então, com a vacina consigo protegê-la". Antes dele, o aposentado Joaquim Luiz Ferreira, 85 anos, nem acreditou quando conseguiu se imunizar sem enfrentar longa espera."Achei ótimo porque quero viver ainda um bom tempo. E esse vírus e estranho, você não vê, quando percebe já tá doente. Agora fico aliviado". Na policlínica do Campo Grande, o segundo dia de vacinação começou com fila. Mas, por volta das 9h45, já não havia espera e a unidade contava com 53 senhas à disposição dos idosos. Dona Arminda de Oliveira Gonçalves, 90 anos, foi ao local acompanhada do filho e da cuidadora. Ela conta que estava ansiosa para ser imunizada. "Já estou atrasada", brinca. Mas o filho, Paulo Roberto Gonçalves, 58 anos, esperou um momento mais tranquilo para levá-la. "Não dava para colocar a vida dela em risco. Ela está todo esse tempo em casa. Depois da segunda dose, vai dar para sair um pouquinho. Ela gosta".