Em 29 de julho, força da maré danificou calçadões e muretas. (Vanessa Rodrigues/AT) Estragos provocados pela ressaca na última semana de julho, como danos a calçadões e muretas que margeiam a faixa de areia, ainda podem ser vistos pela orla de Santos. A Prefeitura previa reparos em um mês. Agora, de acordo com o Município, haverá a contratação emergencial de uma empreiteira para o conserto, ao custo estimado de R\$ 2,6 milhões. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Os trabalhos ocorrerão no trecho do calçadão que vai do Posto 6 — na altura do número 85 da Avenida Bartolomeu de Gusmão, na Aparecida- até — a Rua Oswaldo Cochrane, no Embaré. A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos elaborou elementos técnicos para a contratação da empresa que executará as obras. Ainda segundo a Prefeitura, o processo de admissão já foi aberto e está em análise jurídica. Nesta terça, após prazo inicial dado pela Administração, ainda havia locais pendentes de reparo. Não se deu nova data (Alexsander Ferraz/AT) Em reportagem publicada por A Tribuna em 31 de julho, o Município havia afirmado que o conserto dos danos causados pela ressaca duraria um mês. Agora, a Prefeitura disse apenas que o processo tramita para que a execução dos serviços aconteça o mais brevemente possível, sem informar datas. A Administração Municipal acrescentou que foram concluídos os serviços de manutenção e reparos no trecho da orla entre o Posto 6 e o Aquário Municipal, na Ponta da Praia. As intervenções incluíram o reparo em trechos da calçada, a reposição de areia em áreas desassoreadas e a limpeza completa do local. Ciclone extratropical causou rajadas de vento de até 81,69 km/h e ressaca. Interrompeu-se a navegação no Porto por duas vezes, paralisaram-se as balsas e houve alagamentos (Vanessa Rodrigues/AT) 31 de julho de 2025 Com muretas derrubadas, calçadas afundadas, lixeiras tombadas e brinquedos danificados, Santos tinha, na época, a perspectiva de que os consertos ocorressem em um mês. A previsão era da Prefeitura. Mais de 300 trabalhadores, somados os do Município e os da Terra Santos, retiraram entulho e refizeram estruturas. Também houve assoreamento de canais de drenagem, com destaque para o 3.