<div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.459315" attr-version="policy:1.459315:1745541706" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.459315/Projeto Canva (11).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">O Jeep Compass sorteado para a funcionária que foi demitida estava registrado no nome de Victor e não nome da empresa (Reprodução)</span></p> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{128}" paraid="1822092689" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">O Jeep Compass que a auxiliar de contabilidade Larissa Amaral da Silva, de 25 anos, <a href="https://www.atribuna.com.br/cidades/santos/funcionaria-ganha-jeep-compass-em-sorteio-gasta-r-10-mil-em-reparo-e-demitida-e-empresa-pega-carro-de-volta-em-santos-1.459155">ganhou em um sorteio da empresa</a> em que trabalhava e pelo qual teve que arcar com cerca de R\$ 10 mil em reparos, não estava registrado no nome da Quadri Contabilidade, conforme documentação obtida por <strong>A Tribuna</strong>. No entanto, após publicação da matéria sobre o caso nesta quinta-feira (24), a empresa e seu proprietário afirmaram em suas redes sociais que o veículo estava — e permaneceu — no nome da firma.</span></p> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{128}" paraid="1822092689" xml:lang="PT-BR"><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n">Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a> </p> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{128}" paraid="1822092689" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Larissa ganhou o Jeep Compass em um sorteio promovido pela Quadri Contabilidade, empresa onde trabalhava, localizada no bairro Gonzaga, em <a href="https://www.atribuna.com.br/cidades/santos">Santos</a>. Porém, teve que pagar cerca de R\$ 10 mil em manutenções, pois o carro apresentava defeitos. Posteriormente, foi demitida e a empresa retomou o veículo. Agora, ela busca reparações legais.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{192}" paraid="683695330" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Os advogados que representam Larissa, Paulo Ferreira e Lenine Lacerda, apresentaram para <strong>A Tribuna</strong> o documento do carro <strong>(veja mais abaixo)</strong>, no qual consta que o veículo está registrado em nome de um terceiro, chamado Victor (o sobrenome foi preservado por questão de segurança). </span></p> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{192}" paraid="683695330" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Segundo os defensores, o proprietário do Jeep Compass sorteado não possui vínculo societário com a empresa. Ainda conforme o documento, o valor de venda do carro foi de R\$ 62 mil — não R\$ 100 mil, como divulgado pela empresa, e abaixo do valor de mercado, já que o preço de um modelo 2017 na tabela Fipe é de cerca de R\$ 88 mil.</span></p> </div> <div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.459316" attr-version="policy:1.459316:1745541949" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.459316/Projeto Canva (12).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Documento do Jeep Compass sorteado (Reprodução)</span></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{202}" paraid="292796259" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Além disso, a defesa de Larissa afirma que o carro foi retomado enquanto ainda estava em processo de transferência de propriedade, ou seja, o Jeep Compass ainda não havia sido oficialmente transferido para o nome da empresa ou de terceiros. Segundo os advogados Paulo Ferreira e Lenine Lacerda, o veículo não tinha condições de passar na perícia: "Estava sendo feito o reparo de lâmpada queimada e outras pendências necessárias para o laudo de comunicação de venda"</span>.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{212}" paraid="1972263302" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Entretanto, em publicação feita nesta quinta-feira (24), a Quadri Contabilidade e seu proprietário reafirmaram que o veículo estava registrado no nome da empresa <strong>(confira a nota na íntegra abaixo)</strong>. Também esclareceram que o valor divulgado de R\$ 100 mil baseou-se em versões do modelo disponíveis na época — prática comum, segundo eles, em campanhas motivacionais.</span> </p> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.459317" attr-version="policy:1.459317:1745542035" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.459317/Projeto Canva (13).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Nota de esclarecimento da defesa da empresa nas redes sociais (Reprodução)</span></p> <p paraeid="{b97726ef-0ddf-433b-a7f7-dfc9a870302c}{212}" paraid="1972263302" xml:lang="PT-BR"><strong>A Tribuna</strong> entrou em contato com a defesa da empresa pedindo um posicionamento sobre o assunto, porém, foi informado que não será feito novo pronunciamento sobre o caso, somente na esfera judicial quando oportuno.</p> </div>