Roberto Santini recebeu o selo, afixado na recepção do Grupo Tribuna (Alexsander Ferraz/AT) O Grupo Tribuna recebeu nesta segunda-feira (29) o selo de empresa acessível para pessoas com deficiência, concedido pela Secretaria da Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos de Santos. A placa foi fixada na recepção da sede do grupo, simbolizando o compromisso da empresa com a inclusão e o acesso universal. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Entre os critérios avaliados, o edifício do Grupo Tribuna já conta com piso tátil desde a calçada até os elevadores, sinalização em braile nas escadas e no corrimão, além de banheiros adaptados. O elevador possui som e marcações em braile, ampliando a autonomia de pessoas com deficiência visual. Essas adaptações garantiram a certificação, mas, como destacou a direção, ainda há muito a ser feito para atender a todas as deficiências. A secretária da Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos de Santos, Nina Barbosa, ressaltou que a certificação vai além da estrutura física. “O selo é entregue às empresas que passam por avaliação da coordenadoria de políticas públicas da pessoa com deficiência e é renovado anualmente. O Grupo Tribuna se soma agora às 40 empresas certificadas. Não é só acessibilidade arquitetônica, mas também conscientização dos colaboradores, o que chamamos de letramento”. Na cerimônia, Nina lembrou que a emissora sempre valorizou pautas de inclusão. “A TV Tribuna sempre contou histórias que revelam a importância da diversidade e da acessibilidade. Esta placa chancela um trabalho que já vinha sendo feito, mas que agora ganha um reconhecimento público”. O diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, agradeceu a conquista. “Recebemos essa placa com humildade. É nosso dever acompanhar as necessidades das pessoas. Preparamos essa data com carinho e vamos continuar trabalhando pela inclusão”. Já a deputada estadual Solange Freitas (União Brasil) destacou a importância da escuta. “Uma palavra pode transformar vidas. Quando ouvimos quem enfrenta dificuldades, entendemos como atitudes simples podem abrir caminhos. Inclusão exige sensibilidade e responsabilidade com o que falamos e fazemos”.