[[legacy_image_218586]] Início de votação tranquila na maior cidade da região, Santos, onde as urnas foram abertas pontualmente às 8 horas. Os eleitores, que chegaram a encontrar filas no primeiro turno, agora votam em menos de 10 minutos neste segundo turno. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em um dos maiores colégios da cidade, o Universitas, havia poucas pessoas aguardando para exercer o direito ao voto. O local segue tranquilo nesta manhã, sem trocas de equipamentos. O sentimento de quem está votando se mistura entre esperança e aflição, em uma das disputas mais acirradas desde a redemocratização, tanto para o governador quanto para presidente. O psiquiatra Lucas Cucco, de 27 anos, disse que está feliz de exercer seu direito e também aflito com o resultado. “Não sei o que vai acontecer, mas fiz a minha parte”, diz. A psicóloga Priscila Andrade, de 34 anos, também quis fugir das filas e votou logo cedo, já que o marido vota em outro local. Ela foi até o local com a filha, Matilde, de seis meses. “Vim votar cedo já pra adiantar. Estou com medo, mas também esperançosa. São eleições bem polarizadas”, conta. O sentimento é compartilhado pela advogada Anna Carolina Topic, de 36 anos. Ela levou a filha Bárbara, de 6 anos, para acompanhá-la. “Acho importante que ela já veja esse direito. Como me sinto? À beira de um ataque de nervos… eleições bem polarizadas, mas vamos ver”, disse ela, acrescentando que tentou evitar filas. “No primeiro turno fiquei duas horas e meia na fila”, disse. A aposentada Maria Conceição Coelho, de 81 anos, que nem é mais obrigada a votar, mas foi mesmo assim. Disse que irá exercer esse direito enquanto puder. “Acho que é importante. Sempre votei e vou fazer isso até quando puder. É um momento importante para a democracia brasileira”, disse.