[[legacy_image_219364]] Familiares prestarem homenagens a seus parentes sepultados e o movimento começou bem cedo em Santos, nesta quarta-feira (2), Dia de Finados. Cerca de 8 mil pessoas passaram pelos três cemitérios municipais, de acordo com estimativa da Coordenadoria dos Cemitérios (Cocem). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! No Cemitério do Paquetá, a primeira missa foi realizada às 8h pelo bispo diocesano Dom Tarcísio Scaramussa e contou com a participação do padre Claudenil Moraes da Silva. Às 10h, houve nova celebração no local. Dom Tarcísio ressaltou o significado e a importância do Dia de Finados. “Para nós, cristãos, é um dia de esperança, de recordar aqueles que já morreram, nossos entes queridos. É um momento ainda de reforçar esses laços de amor com as pessoas que marcaram nossas vidas. É também um momento de saudade, mas de confiança que eles também estão presentes em nosso coração e com a vida eterna”. Ao longo do dia, os visitantes foram recebidos com música e puderam escolher canções que trouxessem lembranças de seus entes falecidos ao som da dupla Almir Clemente (saxofone) e Beatriz Rocha e Silva (teclado). Nos intervalos das missas, ocorreram evangelização, orações e acolhimento realizados pela Igreja Universal e pela Comunidade Católica Passio Domini, além da distribuição de publicações realizada pela Associação Bíblica e Cultural de Santos. As ações também foram realizadas nos cemitérios da Filosofia e da Areia Branca. Nos dois locais, também houve apresentação musical. “A estrutura montada para o Finados ajudou os visitantes nesse dia de chuva e as apresentações musicais fizeram a diferença”, explica Bento da Silva Filho, da Coordenadoria dos Cemitérios (Cocem).