Contrato para drenagem na entrada de Santos está perto

Documento deve ser firmado até fevereiro, segundo o vice-governador Rodrigo Garcia

Deve ser assinado em fevereiro o contrato para os serviços de drenagem complementares às obras na entrada de Santos. O acerto será feito com a EcoRodovias, grupo ao qual pertence a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI).

Assim afirmou o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM), no sábado (30), durante a inauguração do Viaduto Anchieta, na Alemoa (km 64 + 500 metros), em Santos. “A ideia é fazer o casamento dessas entregas, para evitar problemas nos períodos de chuvas”, afirmou.

O viaduto é o primeiro dos quatro a serem entregues até o ano que vem e que fazem parte das obras da Nova Entrada de Santos. A obra tem 410 metros, com três faixas, no sentido Capital/Santos. O acesso é pelo viaduto da Alemoa, próximo ao canteiro de obras da Ecovias. 

“Temos mais uma nova ponte na entrada da Cidade. São cinco grandes obras, além da Avenida Beira-Rio e da Ponte da Vila Júlia. É um grande investimento viário que começa a ser viabilizado”, disse o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).

Também foi entregue uma passarela no km 62 da Via Anchieta, que liga os bairros Piratininga e São Manoel. Ela tem bloqueadores de motocicletas, iluminação, telas e é mais larga do que a anterior. 

O segundo viaduto, o Piratininga, está com 75% de sua estrutura pronta. O terceiro e último viaduto, o Alemoa, está com 65% dos trabalhos concluídos. A ponte da entrada da Cidade deve ser entregue no segundo semestre.

Ao todo, estão sendo investidos R$ 585 milhões, segundo o Município.

De acordo com a Prefeitura, do restante das obras desse conjunto, o viaduto da entrada da Cidade deve ser entregue em julho, e a ponte sobre o Rio São Jorge, em setembro.

A Ecovias prevê entregar a alça de acesso à Alemoa em março e, em abril, o Viaduto Piratininga.

Projeto tem 94,5% de aprovação, diz IPAT

A execução das obras da entrada de Santos tem aprovação de 94,5% dos entrevistados do Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT). Do total geral, 73,9% dizem que a obra é “muito importante” para a Cidade.

Moradores também avaliam que ela deve melhorar o trânsito em geral (89,2%) e que o problema das enchentes pode ser amenizado (na opinião de 69%).

Para os entrevistados, os trabalhos também ajudarão a melhorar a segurança na região (75,7%). 

Para 59,8%, no entanto, há muitos transtornos durante a execução dos trabalhos. Os piores problemas apontados são interdições e desvios no trânsito (34,7%) e a fila de caminhões (34,1%).

O IPAT ouviu 800 pessoas nos dias 30 e 31 de outubro. O índice de confiança é de 95%, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos moradores das zonas Intermediária, Noroeste, Morros e da Orla.

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