Construção será na Avenida Augusto Barata, 1.433 e integra o programa Santos Mais, de macrodrenagem (Alexsander Ferraz/AT) A Prefeitura de Santos definiu a construtora responsável pela nova Estação Elevatória com Comportas 6 (EEC6), que será construída no bairro Saboó para reforçar o sistema de combate a enchentes da Zona Noroeste. A empresa Terracom Construções Ltda. executará as obras por R\$ 153,3 milhões, conforme contrato publicado no Diário Oficial do Município de terça-feira. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O documento, firmado em 10 de outubro, tem vigência de 48 meses e prevê a execução das obras de comporta, canal e estação elevatória na Avenida Engenheiro Augusto Barata, 1.433, dentro do Programa Santos Mais, que reúne uma série de intervenções de macrodrenagem, habitação e infraestrutura urbana. Financiamento O Município informou que os recursos para a construção da EEC6 estão assegurados por meio de financiamento junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF). Além dela, outras três estações terão o mesmo tipo de custeio: EEC2 (Santa Maria/Bom Retiro); EEC4 (Rádio Clube); EEC9 (Chico de Paula). As demais estações previstas no programa ainda terão seus custos estimados e dependem de novas fontes de financiamento – estaduais, federais ou internacionais – para sair do papel. Programa Santos Mais O programa de macrodrenagem Santos Mais prevê 14 estações elevatórias com comportas, além da EEC0, distribuídas por diversos bairros da Zona Noroeste. O objetivo é minimizar os alagamentos provocados pela coincidência de chuvas fortes e marés altas. O sistema funciona por meio de reservatórios e bombas que drenam a água acumulada e a direcionam aos canais, reduzindo os impactos das enchentes em áreas mais baixas da cidade. Entre as obras já concluídas, está a EEC7 Engenheiro Marcos Diniz, em operação desde maio de 2023, no limite entre os bairros Castelo e Areia Branca, com investimento de R\$ 38,1 milhões. Prazos De acordo com a Prefeitura, a EEC6 tem previsão de início até o fim de 2025, e o prazo contratual é de 42 meses, já incluindo a fase de operação assistida — período em que o sistema é testado e monitorado antes de entrar em funcionamento.