Prefeituras da Baixada Santista retomam atendimento na rede pública de Saúde em etapas

Municípios da região voltaram a atender com capacidade reduzida

Aos poucos, prefeituras têm retomado o atendimento ao público. Em Cubatão, unidades de saúde reabriram em agosto, com 30% da capacidade. A prioridade, diz a Prefeitura, é remarcar consultas e procedimentos suspensos em março. Não se interromperam consultas pediátricas, pré-natais e serviços específicos.

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Em Guarujá, especialidades como oftalmologia, neurologia, cardiologia, dermatologia e exames de ultrassonografia e raios X foram os mais afetados. A marcação de cirurgias eletivas está recomeçando. “Parcerias regionais” reduzem filas.

O secretário de Saúde de Itanháem, Fábio Crivellari Miranda, menciona que a “demanda reprimida” é consequência da interrupção de exames e consultas, decorrente da “suspensão dos serviços ambulatoriais de referência”.

Para Mongaguá, um motivo para procedimentos estarem “retornando à normalidade” foi a criação de um centro médico no qual se abrangeram serviços que tinham “importante fila de espera”, como dermatologia e otorrinolaringologia. Também cita ter reaberto a rede de atenção básica “há algum tempo”, mas cirurgias dependem do Estado.

Peruíbe alega ter sido afetada em “cirurgias eletivas e atendimentos programáticos de algumas especialidades, principalmente de média complexidade”.

Santos estima retomar em outubro o nível de atendimento ambulatorial pré-pandemia, que caiu quase 30% entre março e julho, na comparação com igual período de 2019. Exceto por oncologia e cardiologia, consultas e procedimentos agendados ficaram suspensos de 24 de março a 15 de junho. “A normalização deverá ser concluída no primeiro semestre de 2021.”

“A Secretaria de Saúde buscará no Ministério da Saúde a manutenção dos repasses federais de custeio para tornar permanente parte dos leitos provisórios covid-19”, acrescenta.

Em São Vicente, “exames, cirurgias eletivas e consultas de média e alta complexidades, que são referências do Estado e prestadores, são os mais represados no Município”. Na sexta-feira, a Prefeitura iniciou um mutirão para reduzir a fila de espera por consultas e exames. 

As prefeituras de Bertioga e Praia Grande não se manifestaram.

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