Os balões caíram na área do Canto do Forte; um deles foi avistado em São Vicente antes da queda (Rodrigo Nardelli/ TV Tribuna e Arquivo pessoal) Além dos balões que caíram na praia de Santos e em Cubatão, Praia Grande também registrou a queda de três balões na manhã deste domingo (18). Com isso, foram cinco ao todo na Baixada Santista, litoral de São Paulo. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Um dos balões que caiu em Praia Grande foi avistado sobrevoando as praias de São Vicente e a Praça 22 de Janeiro. Moradores registraram a passagem pela cidade. Na sequência, esse balão surgiu na Praia do Canto do Forte, em Praia Grande, e caiu no mar, próximo do trecho onde são praticados esportes náuticos e lanchas ficam ancoradas. Ele afundou antes mesmo de ser retirado da água. De acordo com comerciante da praia, logo depois, um segundo balão caiu no mar do Canto do Forte, praticamente na mesma área. Além disso, um homem que pescava em um caiaque avistou a queda de um terceiro balão, na área de mata do Exército, na região do Forte Itaipu. Em Santos e Cubatão As quedas de mais dois balões aconteceram em Santos e Cubatão, por volta das 8h10 deste domingo. O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência em área de mata no município de Cubatão, às margens da Rodovia Cônego Domênico Rangoni. (Veja vídeo abaixo) -Veja o vídeo (1.462039) Segundo a corporação, não houve dano ambiental ou incêndio, e o local ficou aos cuidados da Polícia Militar Rodoviária. Já em Santos, um balão foi visto sobrevoando a região do bairro Marapé nesta manhã (18), sendo que a queda ocorreu no mar. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar tomou as providências necessárias no lugar da queda na orla. Quedas de balões foram registradas em Santos e em Cubatão (Rafael Motta/ AT e Reprodução/ Redes sociais) Crime A soltura de balões é considerada perigosa porque, além do risco de incêndios, pode carregar suportes com fogos de artifícios na base e provocar explosões perto de residências, florestas, empresas e veículos. Além disso, há risco para o tráfego aéreo, pois, quando o balão sobe, ele é levado para locais imprevisíveis e não rastreáveis. Quando caem nas matas, os balões podem atingir a fauna e a flora e prejudicar o meio ambiente. Para a legislação brasileira, fabricar, vender, transportar e soltar balões é crime previsto no artigo 42 da Lei nº 9.605/98. A pena é de um a três anos de prisão ou multa.