Fiscalização foi redobrada nas praias de Praia Grande, para evitar cobrança de consumação mínima e demarcação da faixa de areia com guarda-sóis por parte dos ambulantes (Divulgação/ Prefeitura de Praia Grande) Os abusos cometidos por ambulantes nas praias do litoral de São Paulo têm virado uma triste rotina na atual temporada de verão. Não são poucas as queixas sobre preços fora da realidade, exigência de consumação mínima e “bloqueio” da faixa de areia com guarda-sois. Por causa disso, a Prefeitura de Praia Grande resolveu redobrar a fiscalização sobre o comércio de praia na cidade da Baixada Santista. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Ação foi realizada pela Prefeitura e a equipe do Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) avaliou o direito do consumidor. Já a Secretaria de Urbanismo (Seurb) fiscalizou o uso e a disponibilidade de cadeiras e guarda-sóis na faixa de areia – em virtude da metragem estabelecida para ocupação da praia. A Vigilância Sanitária levou em conta a qualidade e o estado de armazenamento dos alimentos. Enquanto isso, a Guarda Civil Municipal prestou todo o apoio logístico e de segurança aos profissionais. Recentemente, A Tribuna noticiou situação de abuso dos ambulantes nas praias de Praia Grande, em especial na Praia do Canto do Forte, onde os preços cobrados de consumação mínima chegam a variar de R\$ 140 a R\$ 200, segundo denúncia feita por um morador. O Procon de Praia Grande deve ser acionado nesses casos. Ele funciona na Rua Jaú, 880, sala 72, no bairro Boqueirão. O contato também pode ser feito por telefone, no número (13) 3473-6810, ou no e-mail procon@praiagrande.sp.gov.br. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30. Outras cidades A temporada de abusos no comércio de praia atinge outras cidades da Baixada Santista. Em Santos, por exemplo, munícipes afirmam que os ambulantes também têm demarcado grande parte da faixa de areia com suas cadeiras e guarda-sóis. O mesmo acontece em Guarujá, com a ocupação indiscriminada da faixa de areia com guarda-sóis. Não por parte dos banhistas, mas de ambulantes que “demarcam território” logo nas primeiras horas da manhã e, ao final da tarde, também ocupam os calçadões, dificultando o trânsito de pedestres na orla da cidade do litoral de São Paulo.