Coordenado pela Secretaria de Esportes e Lazer, atende nos fins de semana e feriados, das 9 às 17 horas (Fred Casagrande/PMPG) O programa Praia Acessível atende pessoas com deficiência ou que têm mobilidade reduzida em Praia Grande. Coordenado pela Secretaria de Esportes e Lazer, o programa funciona nos finais de semana e feriados, das 9 às 17 horas. O local fica na Avenida Presidente Castelo Branco, esquina com a Rua Leblon, em frente ao número 1.898, no Bairro Guilhermina. O subsecretário municipal de Esportes e Lazer, Claúdio Camarão, explica que a atividade é gratuita e busca permitir que pessoas com dificuldade de locomoção entrem no mar. Para isso, há cadeiras anfíbias e esteiras adaptadas para auxiliar o deslocamento das pessoas da areia para a água. A cadeira tem pneus especiais para trafegar na areia e não afundar no mar. Para participar, a pessoa com deficiência precisa estar acompanhada de um responsável. Os interessados devem ir ao local com RG para fazer a ficha. O atendimento é por ordem de chegada. No local, há um professor de Educação Física que ajuda os participantes e explica o funcionamento da cadeira anfíbia. Não se atende em dias de chuva forte, por segurança dos banhistas. Ponto fica na esquina da Av. Presidente Castelo Branco com a R. Leblon (Fred Casagrande/PMPG) Ampliação Temporária O subsecretário relata que, na temporada de verão, o programa foi levado a outros pontos da cidade, como Boqueirão, Ocian e Real. “Na última temporada, mais de 300 pessoas participaram do Praia Acessível. É um número muito expressivo, que mostra a importância da acessibilidade e da inclusão na vida das pessoas”, destacou o subsecretário. Durante o verão, o atendimento foi estendido e ocorreu de quinta-feira a domingo, conforme Cláudio Camarão. Há 15 anos O Praia Acessível em Praia Grande foi lançado em 2010, com auxílio do Governo do Estado, que disponibilizou as cadeiras anfíbias para que a Administração Municipal mantivesse o projeto ativo. Desde 2015, o programa se tornou permanente na cidade. As atividades foram paralisadas durante a pandemia da covid-19, mas, desde que não houve mais necessidade de cuidados especiais de saúde, voltaram a ocorrer.