Antônio Carlos dos Santos ajuda, mas precisa fazer viagem longa (Arquivo Pessoal) Moradores de Praia Grande têm dificuldade para doar sangue. Como a Cidade não possui posto de coleta, é preciso ir a outras cidades da região. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! É o caso do corredor amador José Uilton Santos, morador do Nova Mirim. Ele gasta, em média, mais de uma hora para ir à Santa Casa de Santos. O atleta doa sangue a cada três meses e reúne grupos para fazer o mesmo. Em julho, promoverá uma corrida de cinco quilômetros cuja inscrição será gratuita para doadores que mostrarem comprovante. O fiscal de loja Antônio Carlos dos Santos também ressalta a necessidade de um posto de coleta de sangue na Cidade. “O deslocamento até Santos é longo, e precisamos arcar com despesas do transporte público ou particular”, cita ele, ao lembrar que a antiga Santa Casa de Praia Grande, no Boqueirão, coletava sangue em meados dos anos 2000. Questionada sobre a possibilidade de um banco de sangue na Cidade, a Prefeitura de Praia Grande informou, por meio da Secretaria de Saúde Pública, que estuda a criação de um posto de coleta. A Administração enfatiza que não falta sangue para pacientes do Hospital Irmã Dulce, pois o atendimento é feito por uma empresa. Para ajudar Entre as normas para doação, é preciso ter entre de 16 a 69 anos. Menores devem ter autorização formal do responsável. Só se pode doar dos 60 aos 69 se tiver havido doações antes. Ainda: é preciso pesar pelo menos 50 quilos, ter dormido pelo menos seis horas seguidas e estar alimentado, sem ter ingerido produtos gordurosos três horas antes da doação.